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Pena máxima para asssassinos de Beatriz Fernandes e Jomance Muxito

O Tribunal Municipal de Viana (TMV) condenou hoje a 24 anos de cadeia os réus Guelord Kilumbo e Ambrósio Miguel pela morte de Beatriz Fernandes e do jovem Jomance Muxito, ambos assassinados há cerca de um ano.

O julgamento decorreu na sala da 10ª secção dos crimes comuns e os réus foram julgados pelos crimes de homicídio qualificado, roubo qualificado, violação, ofensas corporais, posse ilegal de arma de fogo, abandono de infantes e associação criminosa.

Para além de Guelord Kilumbo e Ambrósio Miguel, que apanharam a pena máxima, foram ainda julgados nove indivíduos. Três foram absolvidos e os outros quatro foram condenados a penas de oito, nove, 16 e 23 anos de cadeia.

A família de Beatriz Fernandes contestou a decisão do tribunal com o argumento de que existe um mandante do crime.

De lembrar que os corpos de Beatriz Fernandes e de Jomance Muxito, o jovem que a acompanhava, foram encontrados no dia 26 de Outubro de 2017, no Km30, em Luanda, após um alerta lançado por familiares da Beatriz Fernandes.

Beatriz foi morta com um tiro de pistola e Muxito com três, as crianças, filhas da ex-apresentadora, que viajavam no mesmo carro, terão assistido ao crime antes de serem libertadas na via pública. Os corpos foram encontrados com sinais de espancamento.

Em finais de Outubro do ano passado, a polícia anunciou a detenção de quatro suspeitos envolvidos na morte de Beatriz Fernandes e Jomance Muxito.

Já em Março deste ano, o Serviço de Investigação Criminal (SIC) anunciava em comunicado que, “após um longo, aturado, paciente e profícuo trabalho de investigação criminal foi possível realizar a detenção do cidadão da República Democrática do Congo (RDC), conhecido por “Guelor`, em Luanda.

Segundo o comunicado, “Guelor” foi detido em companhia de outro comparsa, quando ambos se preparavam para cometer outros crimes.

A polícia afirmou, na altura, que o grupo realizava roubos qualificados, muitos deles culminando em homicídios voluntários por disparo de arma de fogo, como foi o caso de Beatriz Fernandes e Jomance Muxito. (Novo Jornal Online)

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