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Crise energética em São Tomé vai melhorar dentro de duas semanas

O atual chefe do Governo de São Tomé e Príncipe, Patrice Trovoada, afirmou esta quinta-feira que a crise energética que está a afetar o país nas últimas semanas, com cortes prolongados de luz, deverá melhorar dentro de duas semanas.

Em entrevista à Lusa, o primeiro-ministro cessante disse que “as equipas técnicas estrangeiras estão a trabalhar” e indicam que “dentro de duas semanas vai ultrapassar-se a fase mais crítica”.

Desde o final de outubro, os problemas de abastecimento de eletricidade agravaram-se no país, com localidades a estarem mais de quatro dias sem energia elétrica, uma situação que afetou praticamente metade da ilha de São Tomé.

Durante alguns dias consecutivos, populares montaram barricadas e incendiaram pneus em várias localidades do país, impedindo a circulação de pessoas e viaturas, em protesto contra a falta de luz, até que as forças militares e paramilitares intervieram para desobstruir as estradas.

“Esses desacatos desapareceram, apesar de a situação estar na mesma, porque a autoridade do Estado teve de prevalecer”, comentou esta quinta-feira Trovoada.

No final de outubro, o ministro das Infraestruturas, Recursos Naturais e Ambiente, Carlos Vila Nova, pediu “compreensão” aos cidadãos e prometeu “ir melhorando, paulatinamente”, a normalização no abastecimento de energia elétrica no país.

“Temos conhecimento da situação, ela não nos agrada. Esperamos ir melhorando, paulatinamente, essa situação e tudo indica que daqui para a frente vamos conseguir fazê-lo. Pedimos que as pessoas tenham compreensão e, sobretudo, abstenham-se de danificar bens públicos”, apelou Carlos Vila Nova, em declarações aos jornalistas.

Na ocasião, Carlos Correia, técnico da empresa portuguesa Efacec – que forneceu há pouco mais de um ano quatro grupos de geradores que custaram ao país cerca de cinco milhões de euros -, explicou que “houve um desgaste” mecânico em dois grupos de geradores fornecidos pela sua empresa e cuja recuperação prometeu para “finais de novembro”. (Observador)

por Lusa

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