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A construção da paz é um exercício de soberania e de segurança nacional – director-geral da FESA

A construção da paz é um exercício de soberania e de segurança nacional, por constituir a base para a defesa e preservação do bem comum, cujo objectivo fundamental deverá ser dotado as crianças e adultos, considerou hoje, quarta-feira, em Luanda, o director-geral da Fundação Eduardo dos Santos (FESA), João de Deus.

O responsável falava durante a sessão de abertura da “Conferência Nacional Sobre a Promoção da Cultura da Paz” que decorre sob o Lema “Paz, Unidade e Dialogo, Prioridade para a Juventude” realizado pelo Conselho Nacional da Juventude (CNJ) em parceria com a FESA e PNUD.

João de Deus fez saber que a cultura da paz é um processo contemplado aos cidadãos numa compreensão dos princípios e respeito pela liberdade, justiça, democracia, direitos humanos, tolerância, igualdade e solidariedade.

Segundo o director da FESA, a importância da paz e o conjunto de valores, atitudes e comportamentos que reflectem o respeito pela vida, pelo ser humano e a sua dignidade deve ser praticado por todos e cada um, de modo particular.

De acordo com o responsável, a cultura da paz põe em primeiro plano os direitos humanos e condena a violência e adesão aos princípios da liberdade, no que se assenta na realização plena da cidadania.

Neste quadro, disse, todo cidadão deve promover uma cultura de paz que contribua significativamente para a erradicação da pobreza e a redução das desigualdades que incentiva o desenvolvimento sustentado no reforço as instituições democráticas na promoção a liberdade de expressão, preservando a diversificação cultural e o ambiente.

Por outro lado, o representante das Nações Unidas em Angola, Pier Paolo Balladelli, acrescentou que os jovens criam oportunidade de diálogo e discussão com o Estado, perspectivando uma sociedade mais justa e inclusiva.

Informou que um em cada cinco jovens no mundo vive a problemática do desemprego.

Em Angola, um em cada três jovens (31 porcento ) dos 20 aos 24 anos estão desempregados, não estudam e nem têm emprego, sendo que os mesmos representam um grande potencial para mudança e criação de um mundo diferente onde esses desafios podem ser esquecidos. (Angop)

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