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Dhlakama vai substituir Dhlakama

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Está concertado e falta apenas chancelar. O que parecia difícil está agora mais claro que nunca. Elias, irmão de Afonso Dhlakama é que vai dar continuidade a liderança do Renamo, escreve o Folha de Maputo.

As concertações para Elias Dhlakama tomar o poder na perdiz começaram a ser feitas após a morte do seu irmão, o então líder da Renamo que morreu nas matas de Gorongosa, vítima de doença. O apogeu desta substituição “monárquica” ganhou força aparentemente pelas fragilidades demostradas na gestão de processos eleitorais pelo actual o coordenador interino da Comissão Política da Renamo, General Ossufo Momade.

Os actuais membros da Comissão Política concordam que Elias Dhlakama seja o próximo líder da Renamo, não necessariamente por ser militar, mas sim pela postura de Estado que aparenta demonstrar e que pode granjear simpatia pela comunidade internacional e ao mesmo tempo pela manutenção do apelido Dhlakama para o eleitorado.

Numa curta entrevista de Elias Dhlakama ao repórter da STV , Francisco Raiva, que esteve nas cerimónias dos 6 meses do desaparecimento físico de Afonso Dhlakama, também não confirmou e nem desmentiu a intenção de concorrer ao cargo da presidência da Renamo.

“Os membros da Renamo podem optar por aquele que quiserem para ser o presidente de entre os vários membros que apresentarem as suas candidaturas”.

AS PRESSAS DA IVONE SOARES

Como adiantou a FOLHA DE MAPUTO, Ivone Soares, chefe da bancada da Renamo na Assembleia da República, queria que o processo de encontrar a nova direcção da Renamo devia ser até Dezembro, uma forma de manter chama, as garantias de que o seu tio Elias Dhlakama é que vai assumir o bastão.

Na entrevista recente a STV, Ivone Soares e António Muchanga, deputado da Renamo, indicaram que o partido deve urgentemente legitimar a liderança do partido, alegando que o tempo que resta e restará entre a eleição do presidente do partido e de outros órgãos internos é muito curto, olhando para o calendário eleitoral, atinente às eleições gerais e provinciais de 2019.

Dada a estas circunstâncias, poderá em breve voltar a cidade, para dar continuidade ao seu mandato de Deputado da Assembleia da República.

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