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Democratas fazem história como primeiras mulheres indígenas no Congresso

Um arco-íris se forma sobre o Capitólio dos EUA à medida que a noite se aproxima no dia da eleição de meio de mandato em Washington, EUA, em 6 de novembro de 2018. (REUTERS / Jonathan Ernst)

As candidatas democratas Deb Haaland, do Novo México, e Sharice Davids, do Kansas, fizeram história como as primeiras mulheres indígenas a serem eleitas para o Congresso, na Câmara dos Representantes, nas eleições intercalares dos EUA de terça-feira.

Davids, advogada e ex-lutadora de artes marciais, é a primeira mulher indígena nos EUA a ser eleita para o Congresso, mas também a primeira lésbica.

Já Haaland, que liderou o Partido Democrata do Novo México (2015-2017) e foi responsável pelo voto dos indígenas na campanha presidencial de Barack Obama em 2012, vai ocupar a vaga deixada pelo também democrata Michelle Lujan Grisham, que conquistou a eleição para o cargo de Governador do Novo México.

Mais de dez mil pessoas já serviram na Câmara dos Representantes e quase 1.300 no Senado dos EUA, mas nenhum deles era uma mulher indígena.

Agora, estas duas mulheres juntam-se aos outros dois indígenas que servem atualmente na Câmara dos Representantes: os republicanos Markwayne Mullin e Tom Cole, ambos de Oklahoma, que foram reconduzidos.

Na votação de terça-feira nos Estados Unidos são escolhidos congressistas, senadores e governadores em 36 estados que vão ocupar lugares na Câmara dos Representantes e no Senado no Congresso norte-americano. (Notícias ao Minuto)

por Lusa

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