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Governo líbio desmente tentativa de rapto de diplomata chinês naquele país

Libyan Prime Minister Fayez al-Sarraj (L) arrives for the second day of UN-brokered talks with members of the Libyan Political Dialogue to discuss power struggles and jihadist threats that are undermining stability in the oil-rich country on September 6, 2016 in Tunis. / AFP PHOTO / STRINGER

O ministério líbio dos Negócios Estrangeiros do Governo de Entendimento Nacional Líbio desmente informações veiculadas pela imprensa local e segundo as quais houve uma tentativa de rapto dum encarregado de negócios da Embaixada da China na Líbia, anunciou quarta-feira em Tripoli o porta-voz desta instituição, Ahmed El-Arbed.

Num comunicado publicado no mesmo dia pelo Escritório de Informação do Ministério dos Negócios Estrangeiros, El-Arbed indicou que “o encarregado de negócios da Embaixada da China é são e salvo e realiza normalmente as suas actividades”.

O diplomata declarou tê-lo contactado directamente para se informar sobre a sua segurança e a de todos os membros da missão chinesa, sem excepções.

O porta-voz líbio qualificou de “pura invenção” o que se diz nos meios da imprensa, afirmando que isso “é um segredo de polichinelo”.

Segundo uma cadeia de televisão árabe e sites de informações electrónicas, o encarregado de negócios da Embaixada da China na Líbia foi vítima duma tentativa de rapto aquando da sua chegada ao aeroporto internacional de Tripoli terça-feira à noite, refere-se.

Vários sites de informações líbios afirmaram que por pouco o diplomata chinês foi vítima de rapto duma milícia armada que o esperava fora do aeroporto antes de a tentativa ter sido frustrada por elementos encarregues de garantir a segurança da infraestrutura aeroportuária.

A maioria das embaixadas e missões diplomáticas na Líbia deixaram o país em 2014, após a deterioração da situação de segurança, no termo da operação militar denominada “Fajr Libya”.

Disto resultou uma divisão política e institucional com dois Governos paralelos, dos quais um instalado em Tripoli e reconhecido pela comunidade internacional, e o outro sediado em Beidah (leste), beneficiando do apoio do Parlamento e do Exército líbio sob o comando do marechal Khalifa Haftar, assinala-se. (Panapress)

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