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Desinfetantes de mãos de nada servem se não tiver isto em conta

Água e sabão deve ser sempre a opção preferida. Tudo o resto são alternativas.

Foi durante o surto global da gripe A, que aconteceu em 2009, que grande parte da população passou a estar mais atenta à necessidade de se proteger de possíveis infecções a que ninguém está imune de infecção no próprio dia a dia.

Nesta altura, os desinfetantes de mãos passaram a estar presente não só em escolas e hospitais mas muitos outros locais – inclusive na mala de muitos que garantiam assim uma maior protecção contra alguns tipos de contágio, já que as mãos são a zona do corpo mais exposta a bactérias de que não podemos evitar (desde as barras a que se segura dentro do autocarro ao teclado com que trabalha no seu escritório).

Esta é de facto uma medida aconselhada que não se limita ao referido surto mas deve ser seguida a qualquer altura do ano, principalmente nos maiores onde a probabilidade de gripes e contágio é maior.

Mas apesar desta ‘arma’ de prevenção, estes géis à base de álcool nem sempre são tão eficazes como se vendem, embora muitos o tomem como garantidos. Em mãos muito sujas, por exemplo, o gel desinfestante não terá qualquer efeito, pelo contrário, irá apenas ‘espalhar’ a sujidade. O seu objectivo é pois, apenas, o de desinfectar, função que é conseguida por produtos com uma percentagem igual ou superior a 60%, um número que deve ter em conta na hora de comprar tal produto. Idealmente, procure um gel que, além de tal percentagem, conta com aloe vera na sua composição, apontam os especialistas, que justificam esta necessidade pelo efeito de secura extrema com que conta o álcool, que deve ser contrariado com algum tipo de hidratação.

Por fim, não exagere. O gel desinfetante deve sim ser utilizado, contudo, quando e exagero pode levar a que o corpo perca bactérias em extremo, perdendo a sua capacidade de protecção. Dito isto, água e sabão devem ser sempre preferidos ao produto referido, que surge apenas como alternativa quando não há nenhum lavatório por perto. (Notícias ao Minuto)

por Mariana Botelho

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