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Bolsas continuam em queda. Ásia fecha com perdas acima de 1,5%. Europa abre no vermelho

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A bolsa de Tóquio, a terceira mais importante do mundo, fechou esta segunda-feira com uma queda de 1,9%, a segunda pior do mês, depois do trambolhão de quase 4% na quinta-feira negra da semana passada. As praças de Hong Kong, Shenzhen e Xangai encerraram a primeira sessão da semana com perdas acima de 1,5%.

Na Zona Euro, o índice Eurostoxx 50 (das cinquenta principais cotadas) abriu a cair 0,3%. Os índices Dax em Frankfurt, Ibex 35 em Madrid e CAC 40 em Paris lideram as descidas na região. Em Lisboa, o PSI 20, segue a tendência negativa europeia, com um recuo de 0,13% pelas 8h30 (hora portuguesa). Em Madrid, a petrolífera CEPSA adiou a Oferta Pública de Venda que tinha prevista para 18 de outubro, seguindo as pisadas da Sonae MC portuguesa que tomou a mesma decisão na semana passada face à situação do mercado.

Depois da pior semana do ano, com uma quebra do índice bolsista global de 3,9%, os mercados de ações continuam no vermelho.

Os investidores tomaram nota dos avisos vindos de Bali, onde o Fundo Monetário Internacional (FMI) encerrou a sua assembleia geral no sábado passado, alertando para três riscos mais proeminentes. Em destaque, a escalada na guerra comercial que poderá provocar um ‘rombo’ ainda maior no crescimento mundial e uma evolução para uma nova frente, de guerra cambial.

A que se junta o adensar de preocupações sobre a capacidade dos mercados emergentes resistirem à convergência de factores negativos, desde a guerra comercial à subida dos juros nos EUA.

O risco de uma crise global nos emergentes está em cima da mesa. E, finalmente, as perturbações na Europa, com o Brexit (esta semana realiza-se a cimeira europeia) e o contágio italiano (Roma envia esta segunda-feira para Bruxelas o orçamento aprovado pelo Parlamento, que aponta para um défice muito acima do admitido pela Comissão Europeia e recomendado pelo FMI). (Expresso)

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