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PGR investiga mais de vinte casos de corrupção e peculato na Lunda Norte

Pelo menos vinte casos de corrupção e peculato estão na fase de instrução preparatória, com arguidos constituídos, na Lunda Norte, disse esta sexta-feira, no Dundo, o Procurador da República titular na província, António Domingos Espanhol.

O magistrado teceu essas considerações à imprensa, no quadro do seminário sobre “Branqueamentos de capitais, Corrupção e Peculato”, promovido pelo governo local.

António Espanhol disse, no entanto, que além dos 20 processos existem outros da mesma natureza em fase investigativa, sendo que as administrações municipais e o gabinete provincial da Educação as principais áreas de actuação sobre o fenómeno, neste momento.

Explicou que, em relação ao gabinete provincial da Educação, as investigações decorrem de actos relacionados com o último concurso público, em relação as quais alguns candidatos apresentaram queixas relacionadas com a reprovação dos mesmo, apesar de possuírem notas positivas em detrimento de outras que não realizaram os exames de acesso.

Deram ainda entrada naquele estabelecimento judicial cinco casos de tráfico de influências em fase de investigação.

Tendo referido igualmente que estão a ser inqueridas, até ao apuramento de crime, todas as administrações municipais com crimes desde 2013, envolvendo somas avultadas, num valor de oitocentos milhões de kwanzas, sendo que os mais visados são o do Cuango e Chitato.

Por seu turno, o prelector do seminário, Procurador Raimundo José Martins, na sua intervenção alertou sobre as consequências negativas, nos países em desenvolvimento, visto que coloca em risco a economia e o sector privado.

Já o governador provincial, Ernesto Muangala, referiu na sessão de abertura que o tema mostra as consequências nefastas que provocam a degradação da honestidade individual e pública, por serem comportamentos que consubstancia na obtenção de vantagens patrimoniais indevidas no exercício das funções.

Estiveram presentes ao seminário membros do Governo, órgãos de justiça, gestores de empresas públicos e estudantes. (Angop)

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