Notícias de Angola - Toda a informação sobre Angola, notícias, desporto, amizade, imóveis, mulher, saúde, classificados, auto, musica, videos, turismo, leilões, fotos

Primeiro-ministro regressa ao Parlamento com vários temas quentes na agenda

O debate de hoje no Parlamento deverá ser um dos mais complicados para António Costa na legislatura em curso. Desde o caso de Tancos até à deslocalização do Infarmed, passando pela substituição da procuradora-geral da República e pelos protestos dos taxistas, abundam as matérias problemáticas. Orçamento do Estado poderá servir de escapatória.

O misterioso caso do furto de armamento na base militar de Tancos voltou a irromper na agenda política, na sequência das detenções de ontem do diretor da Polícia Judiciária Militar e do chefe do Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Loulé, entre vários outros suspeitos. O falhanço da anunciada deslocalização do Infarmed de Lisboa para o Porto aumenta a pressão sobre o ministro da Saúde e causa incómodo ao primeiro-ministro António Costa, criticado e responsabilizado pelo presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Moreira.

A não recondução de Joana Marques Vidal no cargo de procuradora-geral da República também é alvo de críticas, embora limitadas ao CDS-PP e parte do PSD. Ao que acrescem os protestos em curso dos taxistas e, nesse caso, a contestação ao Governo vem do PCP e do BE.

Entre outras matérias problemáticas para o primeiro-ministro, no debate quinzenal de hoje no Parlamento, o primeiro desde a interrupção dos trabalhos para férias. Com a negociação do Orçamento do Estado para 2019 (OE2019) em pano de fundo, Costa poderá anunciar novidades nesse âmbito, desviando o debate para um terreno mais favorável. Mas dificilmente deverá escapar a uma bateria de perguntas sobre as referidas matérias problemáticas, desde logo por parte do PSD e do CDS-PP.

Quanto aos partidos mais à esquerda, o BE não deixará de aproveitar para sublinhar algumas reivindicações no âmbito do OE2019, nomeadamente a taxa sobre a especulação imobiliária, o investimento público ou a integração de trabalhadores precários na Administração Pública. Enquanto o PCP voltará a defender um aumento do salário mínimo nacional acima do previsto e a redução de taxas na eletricidade e combustíveis. (Jornal Económico)

Deixe um comentário

Seu endereço de email não será publicado.

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Vamos supor que você está bem com isso, mas você pode optar por sair, se desejar. Aceitar Leia mais

Translate »