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Africanos buscam integração empresarial do continente

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O Fórum de Investimento Africano (AIF), que acontece de 7 a 9 de Novembro de 2018, em Joanesburgo, África do Sul, representa a integração do sector empresarial do continente, considerou nesta quarta-feira, em Luanda, o empresário Maurício Santana.

Em declarações à imprensa, à margem da cerimónia para divulgar o Roadshow sobre o Fórum de Investimento Africano (AIF), sublinhou que o evento vai contribuir no processo de diversificação da economia e redução da importação, tendo em conta as acções que estão a ser desenvolvidas pelo Executivo.

Maurício Santana frisou que, tendo em conta o facto da economia estar bastante ambiciosa de investimentos e de créditos, os empresários necessitam de uma profunda integração de sectores económicos do continente com sectores económicos de outras regiões.

Com essas acções, acresceu, o Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) procura chegar mais próximo da iniciativa privada, onde estão os verdadeiros investimentos que lidam directamente com os produtos, serviços e infra-estruturas que chegam ao consumidor final.

O AIF a ser organizado pelo BAD é uma plataforma onde patrocinadores de projectos, mutuários, financiadores e investidores se reunirão para acelerar as oportunidades de investimento em África.

A iniciativa do AIF visa primordialmente fazer avançar projectos do sector privado no continente africano, para estágios lucrativos, mobilizar recursos financeiros do BAD ao sector privado dos países membros e acelerar o “encerramento financeiro” de negócios, catalizando os investimentos em projectos para electrificar África, Alimentar África, Industrializar África, Integrar África e Melhorar a Qualidade de Vida para os Povos de África.

À margem deste evento, o BAD está a conceber uma iniciativa inovadora “Compacto” para acelerar a atracção de investimentos nos países Africanos de língua portuguesa (PALOPs), através da implementação de instrumentos de redução de risco para atrair investimentos privados; Assistência técnica para desenho de um pipeline de projectos bancáveis; e financiamento de recursos para apoiar projectos transformadores através de instrumentos de melhoria de crédito. (Angop)

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