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Vandalismo público é crime com pendor político – Paulo de Almeida

O Comandante Geral da Polícia Nacional, comissário – geral Paulo Gaspar de Almeida, afirmou hoje, domingo, em Luanda, que o vandalismo público que se regista actualmente no país é um crime com pendor político.

O comissário-geral fez este pronunciamento quando discursava na abertura da Primeira Conferência Nacional de Formação de Mulheres Polícias, que vai decorrer de 23 a 25 deste mês, no Instituto Superior de Ciências Criminais e Polícia (Osvaldo Serra Van-dunem),, sob o lema ” Por uma liderança feminina na corporação capacitemos a mulher polícia”.

Sublinhou que os criminosos estão a sabotar para inviabilizar o progresso e o desenvolvimento do país.

Na óptica do comandante geral da policia nacional, “estes autores querem estancar o progresso do pais contudo não vão conseguir”.

Manifestou preocupação com certo tipo de crimes que ultimamente têm vindo assolar o país, nomeadamente os passionais violentos, utilização de armas de fogo, roubos violentos, violações e vandalismo de bens públicos.

Acrescentou que os mesmos têm vindo a criar um certo sentimento de insegurança no seio das populações, realçando que este tipo de situações vão ter resposta dos órgãos competentes que garantem a ordem e a tranquilidade pública, bem como a justiça.

” A partir do próximo mês vamos desenvolver acções operacionais de grande dimensão , com a participação das administrações locais, associações cívicas e cidadãos patrióticas e de boa fé, com vista a resgatar a ética, o civismo e a autoridade do Estado”, frisou.

Referiu, por outro lado, que desde o princípio do mês e curso, a polícia tem vindo a realizar acções operacionais com fim de prevenir e conter as tendências de crescimento de crimes em Angola , contando com a colaboração e participação da mulher polícia, bem como de todas as forças de segurança e defesa.

Avançou as mesmas consubstanciam-se na realização de sensibilização, moralização e de repreensão dos actos nocivos ao Estado angolano.

Na ocasião apelou às entidades de direito no sentido das leis em vigor no pais serem elementos encorajadores na manutenção e preservação da ordem e tranquilidade públicas.

No encontro vão ser abordados temas como o trabalho da mulher polícia, junto das comunidades, assédio sexual, intimidação feminina, violência doméstica, fuga a paternidade e prestação de alimentos.

Inversão das tics no desenvolvimento da mulher polícia, empoderamento das mulheres em apoio a paz, contrabando de seres e humanos, são outras questões que merecerão análise das participantes. (Angop)

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