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Universidade moderna deve assentar em quatro pilares

O docente universitário Isaías Simão afirmou hoje, sexta-feira, em Caxito, província do Bengo, que o ensino, a investigação, a extensão e a gestão correspondem aos quatro pilares que devem sustentar a universidade moderna.

O académico teceu tais considerações na 1ª jornada científica nacional estudantil sobre a extensão universitária em Angola, realçando que o protagonismo estudantil como princípio dos quatro pilares norteia o evento no seu todo, demonstrando o nível de maturidade dos estudantes como reflexo dos processos implícitos que decorrem nas instituições.

A maior preocupação da ESP/Bengo, de acordo com Isaías Simão, é a mudança do paradigma no ensino superior, no qual a formação fica melhor assente no professor e através da extensão universitária o estudante participa de maneira activa na construção do seu sistema de conhecimentos.

Neste contexto, disse, o professor deve sair dos métodos reprodutivos e partir para a utilização dos métodos activos de forma a permitir uma aprendizagem significativa para que o estudante possa aplicar de maneira criativa para redução dos problemas do contexto onde se encontra a partir do seu perfil de formação.

Por seu turno, o director-geral da ESP/Bengo, João Boaventura Ima Panzo, considerou a extensão universitária um processo académico de transformação social pela utilização do conhecimento para a interacção ideológica da comunidade.

Segundo João Ima Panzo, uma determinada acção de extensão universitária para ser semi-perfeita é necessário um maior índice de informação ou de correlação entre o ensino e a investigação científica que se protagoniza.

A ESP/Bengo, de acordo com João Ima Panzo, tem sido pioneira no exercício de transformação da instituição e da comunidade com a implementação de diversos projectos de carácter científicos, com destaque para o “Supera-se para Crescer”, “Sim eu Posso”, “Orientação às Famílias e Crianças com Necessidades Educativas Especiais”, e “Alfabetização”.

“Temos as três fases onde os estudantes aprofundaram as práticas de conhecimentos, aplicaram novas alternativas metodológicas e no final produziram uma monografia”, ressaltou. (Angop)

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