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Angola emerge para classificação média no IDH

Os dados mais recentes publicados pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), indicam que Angola emergiu da classificação baixa para média, no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), resultante principalmente do aumento da esperança de vida.

Durante a apresentação do estudo sobre “Tendências da Desigualdade de Rendimentos na África Subsariana”, o representante residente do PNUD no país, Pier Paolo Balladelli, referiu que a nação angolana tem melhorado progressivamente a sua posição, saindo da categoria baixa para a média, no que toca ao desenvolvimento humano.

Com um valor de 0,387 em 2000, Angola chegou a alcançar um valor de 0,581 em 2017, ocupando actualmente a posição 147 num total de 189 países do mundo, neste sentido, o país subiu três posições respectivamente a anterior estatística, em que indicava um valor de 0,572 para o ano de 2005.

Entre 2000 a 2017, o valor do IDH em Angola aumentou de 0,387 para 0,581, um aumento de 50,2 porcento. Já entre 1990 e 2017, a esperança de vida à nascença em Angola aumentou 20,1 anos, igualmente, a média de anos de escolaridade para 0,7.

No que toca ao Rendimento Nacional Bruto (RNB) Per capita de Angola aumentou cerca de 182,4 porcento.

Por outro, a Conselheira Económica Sénior do PNUD, Galenda Gallardo explicou que embora o Índice de Desenvolvimento Humano de Angola registe um crescimento de 0,581, quando descontado pela desigualdade, o mesmo reduz para 0,393, devido à desigualdade na distribuição dos índices de dimensão do IDH.

Embora a redução das lacunas, o PNUD indica que as disparidades no bem-estar das pessoas ainda são inaceitavelmente amplas, uma vez que a desigualdade em todas as suas formas e dimensões, limita as escolhas e as oportunidades das pessoas, impedindo assim o progresso.

No âmbito da igualdade do género, os indicadores apontam que o país tem maior esperança de vida à nascença de 64,7 anos, em relação aos homens com 59 anos, facto que demonstra os homens com mais anos de escolaridade com 12,7 comparativamente as mulheres com 11,0.

Quanto a uma renda Per capita, os homens lideram com 6,546 dólares norte-americano, contrariamente as mulheres que atingem os 5,063 dólares. (Angop)

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