FAO reitera compromisso de apoiar Angola na erradicação da fome

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A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) reiterou hoje, quinta-feira, na cidade do Huambo, o seu compromisso em continuar a apoiar o Governo angolano nas acções de erradicação da fome, com objectivo final de proporcionar melhor alimentação à população.

O desafio foi assumido pelo assistente do represente da FAO em Angola, Anastácio Gonçalves, no encontro de concertação sobre produção, disponibilidade e acesso dos agricultores à semente de alta qualidade, promovido pelo Ministério da Agricultura e Florestas.

Segundo o responsável, a organização vai continuar apoiar o Ministério da Agricultura e Florestas de Angola, para alcance do desenvolvimento sustentável e no roteiro de uma parceira renovada para a erradicação da pobreza em África até ao ano de 2025.

Disse que a FAO, por ser uma organização com uma longa experiência no desenvolvimento de sistemas de inovação agrícola nas regiões tropicais, com foco na agricultura familiar, reitera o firme engajamento de continuar a trabalhar com o Estado angolano em prol do desenvolvimento do sector agrícola nacional.

Anastácio Gonçalves referiu que o processo de consulta sobre o sistema de produção de sementes em Angola teve o seu início com a identificação das necessidades em competências funcionais das associações de agricultores das províncias do Huambo e do Cuanza Sul, organizadas em três parcerias de inovação de desenvolvimento da cultura do arroz.

Consta entre as consultas, o crédito agrícola, o acesso à terra, a disponibilidade e o acesso à sementes de boa qualidade, além de ser um espaço de diálogo político na vertente de inovação de sistemas agrícolas em Angola.

Na sua intervenção, o assistente do representante da FAO em Angola sugeriu a necessidade de se restaurar a prioridade à inovação agrícola, para fazer face ao crescimento demográfico global, pois que, segundo o relatório da organização sobre segurança alimentar e nutrição no mundo, elaborado este ano, indica o aumento do número de pessoas sub-alimentadas, num total de 821 milhões. (Angop)

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