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Líder do “Galo Negro” confiante num novo clima nas relações luso-angolanas

O presidente da UNITA, Isaías Samakuva, disse esta terça-feira que as relações entre Angola e Portugal estão cada vez mais robustas, depois da visita do primeiro-ministro português, destacando que “os dois países ficaram a ganhar”.

“A visita do primeiro-ministro português a Angola é histórica porque abre uma nova era nas relações entre os dois países”, adicionou Samakuva.

O líder do “Galo Negro” disse ainda estar confiante num novo clima nas relações luso-angolanas.

“As relações entre os dois países doravante terão um outro rumo com as mudanças que estão a ser feitas em vários domínios pelo Presidente da República João Lourenço”, frisou.

Samakuva destacou os esforços empreendidos por Angola e Portugal depois de um período conturbado nas suas relações.

“Foi uma visita que uniu os dois povos”, resumiu, reforçando, no entanto, a expectativa de que as promessas que o Presidente da República vem fazendo tenham efeitos palpáveis.

“O Presidente da República continua a fazer muitas promessas. Os angolanos e os estrangeiros que querem investir em Angola querem ver para crer. Não basta só falar, a prática é que nos interessa”, concluiu.

No discurso proferido aquando da visita de dois dias de António Costa, o Presidente da República (PR) reforçou “a relação entre dois Estados independentes e soberanos que se respeitam e cujos Governos têm a responsabilidade de traçar políticas que garantam uma cooperação sólida em variados domínios e o estreitamento dos laços de amizade e de cooperação económica”.

“Portugal poderá assumir neste contexto um papel relevante, pois considero que o vasto conhecimento da realidade do nosso país, a experiência acumulada ao longo de séculos, longe de dificultar, de prejudicar a relação, antes pelo contrário é um capital que deve ser explorado e potenciado ao máximo e que terá uma inequívoca utilidade na construção das bases sobre as quais deve assentar a nossa cooperação bilateral”, disse o PR.

Afirmando que os investimentos portugueses directos em vários sectores da economia angolana, como a indústria transformadora com base em matérias-primas e em materiais locais, a agricultura e a agro-indústria e outros que concorram para o incremento da produção de bens de consumo fundamentais para o mercado interno e para a exportação, são “bem-vindos”, João Lourenço reafirmou que o País vê “com bons olhos a implantação de pequenas e médias empresas portuguesas no mercado angolano, dentro de uma lógica em que se estabeleçam no nosso País para produzir riqueza que resulte em benefícios importantes para ambos”. (Novo Jornal Online)

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