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Imprensa chamada a denunciar actos criminosos

A comunicação social tem o dever de denunciar os actos criminosos de todo tipo e informar a ocorrência para que as instâncias competentes possam fazer o seu trabalho, defendeu nesta terça-feira, o ministro, João Melo.

O ministro da Comunicação Social fez esta afirmação na abertura do II Curso de Segurança Pública e Mídias para Jornalistas, que decorre de 18 a 20 do corrente mês, sob o lema “um minuto para informar, sociedade segura”.

De acordo com João Melo, a comunicação social tem também um papel a desempenhar no combate à criminalidade e na reposição da autoridade do Estado.

Realçou que cabe aos órgãos de comunicação social contribuir para a educação da sociedade no sentido de estimular o espírito de denúncia dos actos criminosos, de forma a combater o índice de criminalidade que se regista no país.

Orientou na ocasião que os jornalistas promovam junto da sociedade os valores correctos, quer cívicos, morais e éticos, e combatam os princípios negativos.

João Melo realçou que se vivem tempos complexos, no mundo inteiro. Disse que há uma certa tendência para a busca do sucesso, do êxito da riqueza e, às vezes, por processos incorrectos e, neste contexto, cabe à comunicação social valorizar as boas práticas.

“Tudo isso deve ser feito valorizando as regras e tendo em conta algumas cautelas, como evitar o sensacionalismo, risco que espreita permanentemente aos profissionais da comunicação social”, advertiu.

Na acção formativa, que junta jornalistas e agentes da polícia nacional, será abordado o quadro geral da segurança pública, “actuação da mídia para a redução da insegurança pública”, “segurança cooperativa: o papel dos mídias em situações de insegurança púbica e combate à criminalidade”.

O encontro visa estabelecer bases para o melhoramento da comunicação pública, tendo como foco o valor da segurança e o respeito pelo regular exercício dos direitos fundamentais dos cidadãos.

Desenvolver o conhecimento sobre questões de segurança pública e aprofundar a capacidade crítica neste domínio, enquanto bases para o desempenho das funções numa perspectiva da comunicação pública e avaliar os processos que interferem na formação da opinião e na decisão dos tribunais sobre casos mediáticos, são outros objectivos preconizados. (Angop)

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