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Actor angolano brilha nos palcos do Brasil

Nascido aos 29 de Outubro de 1991, na cidade do Kuito/Bié. Aos 5 anos se mudou para Luanda, onde fazendo parte de uma das primeiras gerações do Colégio Julio Verne, onde terminou seus estudos. Mudou-se para o Rio de Janeiro (Brasil) em 2008 e após 4 anos estudando e trabalhando com Engenharia Civil, começa sua carreira em artes cênicas. Hoje em dia Licínio Januário é actor, dramaturgo, roteirista, produtor cultural e instrutor de capoeira. Premiado melhor actor da 19ª edição do Festival
De Teatro do Rio de Janeiro. Curador do ocupação teatral 2ªBlack, indicada ao Prêmio Shell (2018), um dos prêmios de teatro mais importante do Brasil;

Participou de projectos teatrais como “Romeu na roda”(2013), direcção de Claudio Gonzaga. “O baile dos capoeiras”, no elenco Rafael Zulu, Bruno Gissoni e Felipe Simas. “A Alma encantadora das ruas” direcção de Regina Miranda (2014). “Banquete com Balada”, dirigida pelo director André Monteiro(2016). Favela, o musical, dirigida por Marcio Vieira (2017). Guanabara Canibal, dirigida Marco André Nunes (2017). Rose, direcção de Vinicius Arneiro e indicado ao premio Shell (2018).

Faz parte do Colectivo Preto, colectivo focado em produzir conteúdos que busquem dar uma nova visão ao Protagonismo Negro. Um protagonismo positivo, diferente do que é apresentado na televisão. Buscando referências do cinema negro americano e do cinema africano. Seus trabalhos autorais/com o Colectivo Preto como actor e produtor são “Lívia”, direcção de Orlando Caldeira e Drayson Menezzes (2017) e “Será que Vai Chover?” (2018).

Licínio também é gestor de um teatro no Rio de Janeiro, chamado “Teatro Municipal Gonzaguinha”, e nele busca fomentar uma pauta que dê prioridade as produções de grupos teatrais negros.

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