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Bairros de Luanda com canalização da EPAL sem água

Os moradores dos bairros Wenjy Maka, Mbondo Chapé, Dangereux, Fubú e Simeone estão agastados com a EPAL, por não fornecer água potável, há mais de sete anos, às residências, desde a altura em que foram feitas canalizações domiciliares.

João Rodrigues, morador há mais de dez anos no Wenji Maka, disse que, em 2012, uma empresa chinesa fez escavações no bairro com o objectivo de pôr água potável em todas as casas, no âmbito do projecto “700 mil ligações”.

No quintal de João e dos demais moradores está montado um contador e uma torneira que nunca jorrou água, estando, nesta altura, a ganhar ferrugem. Em algumas residências este equipamento foi roubado por marginais e noutros casos passou a ser brinquedo de crianças. “Estas torneiras e contadores foram adquiridas com dinheiro do Estado, mas, até agora, ninguém está a resolver o problema da população, que se vê obrigada a consumir água de cisternas”, disse.

O morador da Fubú, Ernesto Manuel, sublinhou que, das vezes que contactou a direcção da EPAL, recebeu a informação para aguardar até que o Governo disponibilize mais verbas para a finalização dos trabalhos.

À semelhança dos demais, no bairro da Fubú é visível observar várias mangueiras em deterioração, com cortes e já fora das escavações, servindo de brinquedo para as crianças.

“No dia em que a EPAL retome o serviço, o trabalho de canalização vai ter de começar de novo”, disse Ernesto Manuel, que asseverou que as mangueiras já não apresentam condições para transportar água, por estarem em mau estado.

O morador do bairro Mbondo Chapé, Paulo António, explicou que alguns moradores já tinham feito, inclusive, contrato com a EPAL, mas por falta de abastecimento de água nas residências, cancelaram meses depois e de forma unilateral. (Jornal de Angola)

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