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Apuradas 13 empresas para execução de projectos de impacto social na Ganda

Treze empresas construtoras, das 26 seleccionadas, foram apuradas para executar as obras de impacto social inscritas no Programa e Investimentos Públicos/2018, no município da Ganda, província de Benguela, soube hoje, sexta-feira, a Angop.

Para tal, o Executivo angolano colocou à disposição da administração municipal 490 milhões e 975 mil e 949, 33 kwanzas.

As referidas empresas assinaram, nesta quinta-feira (13), os contratos de adjudicação das obras, cujo concurso público decorreu em duas fases no mês de Julho último e contou com a participação de 37 empresas na fase inicial, tendo sido apuradas 26 para a segunda fase.

No pacote de investimentos assinados por empreiteiros e o administrador local, Francisco Rodrigues Prata, constam 15 projectos de obras de construção e reabilitação de infra-estruturas de carácter social, prestação de bens e serviços.

O investimento consiste na reabilitação e construção do edifício da ex-câmara municipal, repartição de Educação, ampliação da escola primária nº 37, matadouro, recuperação do jardim municipal, estádio de futebol e 25 quilómetros de terraplanagem das vias periféricas da Ganda.

Consta ainda do contrato, a aquisição e fornecimento de bens e serviços como medicamentos, alimentares, merenda escolar, gás butano e lubrificantes, assim como a reabilitação das repartições de Saúde, Educação, Hospital e Administração Municipal.

Na ocasião, Francisco Prata exigiu aos empreiteiros rigor na qualidade das obras a serem executadas, bem do material a ser utilizado, para continuarem a merecer a confiança das autoridades.

O responsável incentivou as empresas locais a criarem condições para concorrerem nesses concursos, usufruindo das oportunidades decorrentes da capitalização do investimento público.

O administrador agradeceu a comissão de júri pelo profissionalismo demonstrado no apuramento das empresas vencedoras deste concurso, apelando o envolvimento de toda sociedade civil local na fiscalização das obras a serem construídas.

“Cada cidadão deve transformar-se num fiscal para exigirmos qualidade e durabilidade nessas obras, acabando com o fenómeno das obras descartáveis como se constatou em certos momentos”, concluiu. (Angop)

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