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Sindicato de pilotos da TAAG suspende greve

Tripulantes da TAAG (arquivo) (Foto: Rosário dos Santos)

A direcção do Sindicato de Pilotos da TAAG – Linhas Aéreas de Angola, decidiu não avançar com a greve eminente marcada para as 00h00 do dia dois de Setembro, depois de um acordo com administração da companhia, intermediado pelo Ministério dos Transportes.

À luz do acordo, a TAAG e o SPLA (Sindicato de Pilotos de Linha Aérea) devem rever e actualizar urgentemente o Acordo Colectivo de Trabalho, de modo a estabelecer os parâmetros em que os profissionais da classe possam inserir e ver respaldados os seus direitos e deveres para com a empresa.

Segundo um comunicado do Ministério dos Transportes (Mintrans), as exigências do Caderno Reivindicativo do SPLA foram negociadas e acordadas, e irão abranger, nas devidas proporções, os pilotos da TAAG e todos os demais trabalhadores da companhia, salvaguardando o princípio da transversalidade.

A solução encontrada, de acordo com o ministério de tutela, é fruto do reconhecimento da redução do poder de compra dos salários, e abrange todos os colaboradores da TAAG, de cujos pilotos ameaçavam ficar em greve até às 23H59 do dia 13 de Setembro.

No entanto, o Mintrans assinala e lamenta o facto de o movimento reivindicativo do SPLA e a ameaça de greve terem-se despoletados numa altura em que a recém-nomeada Direcção do Ministério se preparava para introduzir medidas de reestruturação e modernização do Sector.

Ainda assim, acrescenta a nota, o ministério em causa reitera o compromisso assumido de introduzir medidas de adequação do sector da aviação civil às normas e às melhores práticas internacionais, visando posicionar Angola, como um País estratégico da aviação civil em África e no mundo.

Por fim, o Ministério dos Transportes saúda as partes, em particular a Direcção do SPLA, pela disponibilidade manifestada, ao mesmo tempo que exorta aos colaboradores da TAAG e demais partes interessadas do Sector, a exercerem as suas actividades sob o manto do rigor e profissionalismo.

De igual modo, devem trabalhar com disciplina e espírito de missão, em obediência aos mais altos cânones da ética e deontologia profissional, evitando controvérsias públicas que, em última instância, só ajudam a denegrir a imagem das empresas nacionais e dos seus profissionais. (Angop)

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