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Governo pretende estabilizar produção petrolífera

Diamantino Azevedo, Ministro dos Recursos Minerais e Petróleo Foto: Cortesia de Miqueias (Maxangongo - Arquivo)

A produção de 1,49 milhões de barris de petróleo/dia constitui a meta que o Governo angolano propõe até 2022, afirmou esta sexta-feira, em Luanda, o ministro dos Recursos Minerais e Petróleos, Diamantino Azevedo.

Actualmente a produção média no país cifra-se em 1,5 milhões de barris/dia e o Plano de Desenvolvimento Nacional, neste sector, pretende estabilizar a produção petrolífera nacional.

O governante fez esta afirmação na primeira edição do fórum de negócios designado AmCham-Angola Bussiness, um evento mensal que tem como tema “Os grandes desafios da engenharia nas indústrias petrolífera e mineira em Angola”.

Explicou que Angola produz apenas 20 por cento dos derivados do petróleo, assumidos pela Refinaria de Luanda, e para reduzir a importação está em curso o processo de reestruturação desta empresa, com objectivo de melhorar o seu funcionamento e aumentar a produção nacional.

Para a redução da importação dos derivados do petróleo, o governante referiu, igualmente, sobre a construção, nos próximos tempos, de duas refinarias petroquímicas, uma no Lobito com a produção diária de 200 mil barris de petróleo por dia, numa iniciativa Publica-privada, e outra de capital privada, que será construída na província de Cabinda com uma produção diária de 40 a 60 mil barris por dia.

Explicou que o modelo de governação do sector do petróleo também vai merecer melhor atenção.

No que diz respeito a privatização de empresas do sector petrolífero, a Sonangol apresentou 54 concessionárias para serem privatizadas, o que corresponde a um terço do universo do processo em curso.

Diamantino Azevedo informou que outra aposta do sector que dirige consiste em fazer o mapeamento dos locais onde serão colocados os postos de abastecimentos.

Em relação aos recursos minerais, informou que está em curso o processo de reestruturação do sector, para proporcionar maior investimento e rentabilidade na comercialização dos recursos, incentivo para a criação de fábricas de lapidação de diamantes, prospecção de outros recursos minerais, bem como a criação de indústria siderúrgica no País para exploração de ouro, ferro, magnésio, cobre, entre outros projectos. (Angop)

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