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Cafeicultores querem mercado regional do café

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Os cafeicultores do município do Pango Aluquém, província do Bengo, defenderam hoje, terça-feira, nesta localidade, a criação de um mercado regional de venda de café.

Em entrevista à Angop, o presidente da cooperativa agrícola, “os solos”, Almeida Ngondo, disse que um mercado regional na província do Bengo facilitaria a comercialização deste produto e seria um incentivo para que os produtores aumentassem a produção.

Almeida Ngondo informou que os cafeicultores do Pango Aluquém continuam a enfrentar dificuldades para comercializar o café, por falta de compradores.

Para esta campanha agrícola, o responsável perspectiva uma colheita de três toneladas e meia na sua fazenda, o que representa um aumento de duas toneladas e meia comparativamente ao que colheram em 2017.

O cafeicultor António João explicou que a actividade cafeícula é difícil, mas constitui um dos produtos que pode contribuir na diversificação da economia nacional. Por isso, solicitou o apoio das entidades governamentais e empresários, pois o café exige muita mão-de-obra e algum investimento.

Entretanto, o administrador municipal do Pango Aluquém, Sebastião José Falo, explicou que os cafeicultores da região produzem muito, mas não têm mercado.

Esta situação tem estado a desmotivá-los, sublinhou.

O município do Pango Aluquém, situado a 104 quilómetros da cidade de Caxito, tem duas comunas (Cazuangongo e sede municipal) e possui uma população de 6.571 habitantes. Com 874 filiados, controla 16 cooperativas e 14 associações. (Angop)

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