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Ex- funcionários da BEL prometem marchar até a Cidade Alta

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Os membros da comissão representante dos ex-trabalhadores da Brigada Especial de Limpeza (BEL), empresa de limpesa e saneamento, afecta a Casa de Segurança da Presiência da República, manifestaram hoje, em conferência de imprensa, o seu desagrado pela forma “menos séria” como estão a ser tratados na questão indemnizatória dos mais de 1500 funcionários demitos, e prometem marchar sábado, 25, até a Cidade Alta, com vista a manifestar oo seu desagrado junto do Chefe de Estado, manifestou António Mateus Calubombe, membro da comissão.

“O que não percebemos é a forma que a empresa trata os ex-funcioários, na sua maioria ex-militares da FAPLA e da Unidade de Guarda Presidencial (UGP), que muito deram para o país, muitos de nós éramos membros da segurança do presidente Agostinho Neto e eu em particular fui até membro da segurança do ex- presidente José Eduardo dos Santos”, reclamaram

“Infelizmente”, disse António de Sousa, “tomamos conhecimento através de alguns colegas que a direcção da empresa está a negociar com alguns desatentos que deveriam receber pelo menos 3 milhões kwanzas de indemnização, e pela carência de vida, estão a aceitar receber 92 mil kwanzas. A BEL está a negociar com alguns antigos funcionários demitidos, com a intenção de diminuir o valor estipulado pelo Tribunal”, acusou.

Por sua vez, Rafael Domingos fez saber que a reclamação é do conhecimento da presidência da República, uma vez que existe um despacho do ex-ministro do Estado e Chefe da Casa Civil do antigo presidente da República, Helder Vieira Dias “Kopelipa”, a orientar o pagamento da dívida e consequente enquadramento na Caixa social aos funcionários cuja idade permite.

“Estamos apenas a reivindicar o valor contido na acção executiva para pagamento da quantia estimada em oito biliões duzentos e noventa e seis milhões e cento e cinquenta e cinco mil e noventa e oito kwanzas, que a própria BEL já reconheceu dever e que o Tribunal ordenou que seja depositado nas nossas contas”, avançou.

Entretanto apesar de terem agendado uma reunião com o Comandante Provincial de Luanda, António Maria Sita, os ex-funcionários prometem não recuar quanto à marcha aprazada para sábado, 25.
“independentemente do que for tratado com o comandante iremos marchar até a Cidade Alta, a menos que os valores estejam na conta do tribunal”, sentenciou. (Portal de Angola)

por Osvaldo de Nascimento

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