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FILDA/2018: Porto de Luanda investe 680 mil euros em tecnologias

Seiscentos e oitenta mil euros é o valor investido pelo Porto de Luanda, para inovação e tecnologia de informação, com vista a facilitar o acesso dos clientes aos movimentos de mercadorias, contas, entre outros, anunciou o administrador para área comercial e tecnologias, Manuel Zangui.

Em declarações à Angop, no segundo dia de exposição na 34ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA/2018), o gestor disse que o lançamento desse novo programa de internet, surge para melhorar a prestação de serviço e consequentemente evitarem-se as burocracias no desembaraço das mercadorias.

“O principal objectivo da implantação desta tecnologia é facilitar a actividade comercial, prestando à comunidade empresarial um serviço mais célere e eficientes, de modo a lidar com os desafios da globalização e do aumento exponencial do comércio internacional”, referiu.

Com a adopção desta tecnologia actualizada, frisou, Angola continua a reforçar as suas infra-estruturas para apoiar a actividade comercial, inserindo-se na vanguarda dos países que adoptam as melhores práticas internacionais, para lidar com os desafios que se impõem.

Disse que o trabalho da equipa técnica tem sido orientado pelas melhores práticas do comércio internacional, promulgadas pelo Código Internacional para a Protecção dos Navios e das Instalações Portuárias (International Ship and Port Facility Security Code – ISPS) e da Convenção de Kyoto Revista, no capítulo da facilitação comercial e segurança.

Entretanto, o Porto de Luanda já dispõe de um novo serviço de atendimento ao cliente, denominado Cacifo Electrónico, que permite realizar consultas, movimentações e pagamentos, através do Internet Banking Caixa.

Segundo o responsável, a entrada em funcionamento do novo serviço está inserido no plano de inovações que o Porto de Luanda tem vindo a implementar, com base nas novas tecnologias de informação.

O Cacifo Electrónico permite que os clientes/operadores interajam, por meio dos seus correios electrónicos, com o Porto de Luanda de forma rápida e eficaz.

“Logo que se faça taxação no Porto de Luanda, as facturas chegam aos clientes sem que os mesmos se façam presentes às instalações, porquanto antes do surgimento do Cacifo Electrónico, os operadores aguardavam quatro a cinco dias para obterem respostas das suas solicitações, mas, hoje, sem constrangimentos, espera-se apenas duas a três horas”, explicou.

A 34ª edição da FILDA, aberta terça-feira, conta com a participação de 372 expositores de Angola (país Anfitrião), África do Sul, Espanha, Estados Unidos da América, Gana, Holanda, Índia, Itália, Macau, Portugal, Reino Unido, Rússia, Suécia, Turquia, Uruguai, Japão e Moçambique, que estão a expor numa área de aproximada de três hectares.

Pelo menos 69 por cento das empresas expositoras desta edição promovida pelo Ministério da Economia e do Planeamento e o grupo eventos Arena são nacionais.

Na feira, que decorre na Zona Económica Especial Luanda Bengo (ZEELB), estão em exposição produtos e serviços dos sectores do ambiente, energia e petróleos, agricultura, pecuária, bebidas, banca e seguros, comércio geral, construção, imobiliária, educação, formação e cultura, hotelaria e turismo, indústria transformadora e extractiva, logística e transportes, máquina e equipamentos, telecomunicações, energia, entre outras. (Angop)

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