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CEAST celebra 50 anos com construção de Campus da Saúde no Bengo

O lançamento da primeira pedra para a construção do Campus de Saúde da Universidade Católica de Angola (UCAN), na província do Bengo, previsto para Novembro deste ano, será marcado, em Caxito, com a celebração dos 50 anos da fundação da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé (CEAST).

O facto foi anunciado à imprensa, quinta-feira, em Caxito, pelo secretário-geral da Universidade Católica de Angola, Laurindo Miji Viagem, que esclareceu que o Campus de Saúde, na província do Bengo, ocupará uma área de 400 hectares para desenvolver o projecto de grande dimensão.

“No mês de Novembro deste ano será o lançamento da primeira pedra e depois deste acto começaremos com as obras que poderão durar quatro anos, por ser um projecto complexo e de grande dimensão que será desenvolvido em diversas fases”, ressaltou.

Realçou que o projecto orçado em mais de 900 milhões de euros, será construído em várias fases e compreende uma parte do ensino, que são as faculdades das ciências médicas (medicina, enfermagem e farmácia) e uma parte habitacional destinadas aos professores, estudantes, médicos e enfermeiros.

O campus contempla ainda serviços de ensino, investigação e extensão na área das ciências e serviços administrativos, um hospital universitário e um parque industrial para fábricas de medicamentos e farmacêutica, bem como a construção de 1.500 residências para funcionários e familiares.

Segundo Laurindo Viagem, um hospital desta natureza tem que funcionar em condições para que os profissionais aprendam devidamente, mas também é necessário que tenha todo o material farmacológico e outros utensílios hospitalares.

“Por isso nesse parque industrial serão instaladas essas indústrias que já estão contactadas, uma vez que já assinamos um protocolo nos termos do qual vão ser fabricados diversos produtos que o hospitalar vai necessitar, para garantir o seu funcionamento”, assegurou, sublinhado que o espaço vai precisar de energia eléctrica, por ser uma fonte fundamental, água e outras infraestruturas necessárias.

Referiu que o Campus de saúde contará com uma central de produção de energia eléctrica, que vai beneficiar a comunidade local, bem como assumirá a responsabilidade de ajudar o desenvolvimento do centro de pesquisa e ordenamento territorial na província.

O projecto, de acordo com Laurindo Viagem, abrange igualmente uma obra social da Igreja Católica angolana, procurará fornecer serviços, cuidados e recursos para a saúde curativa e preventiva, com particular atenção as pessoas mais vulneráveis.

O responsável considerou uma mais-valia a construção do campus de saúde, que trará vários benefícios ao sector e não só, por se tratar de um hospital com várias especialidades e que vai permitir a criação de 10 mil postos de trabalho directo. (Angop)

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