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Petróleo rende mais de um trilião de kwanzas

Contribuição petrolífera do I semestre deste ano superou igual período anterior (Foto: Google - divulgação)

As receitas fiscais com a exportação de petróleo renderam um trilião, 470 biliões, 333 milhões, 24 mil e 786 kwanzas, com a venda de 233 milhões 875 mil e 36 barris, durante o primeiro semestre deste ano.

O maior valor das arrecadações foi registado no mês de Junho deste ano, período em que foram arrecados, 299 biliões, 848 milhões, 610 mil e 501 kwanzas, com a exportação de 47 milhões, 393 mil 502 barris de crude ao preço médio de 75, 15 dólares norte-americanos.

De acordo com os dados compilados pela Angop, com base nos relatórios disponíveis pelo Ministério das Finanças, registou- se um aumento das receitas fiscais petrolíferas, em mais de três biliões de kwanzas, comparando com igual período de 2017.

No período homólogo foram arrecadados 793 biliões, 232 milhões, 070 mil 676 mil e 55 kwanzas, resultante da exportação de 294 milhões, 599 mil e 243 barris de petróleo.

Neste período, primeiro semestre de 2017, o preço do barril do petróleo teve uma variação entre os 49 a 52 dólares norte americanos. Contribuíram para a arrecadação destas receitas, os impostos de rendimento do petróleo (IRP), de produção de petróleo (IPP) e de transacção de petróleo (ITP) cobrado a 13 operadoras.

O Orçamento Geral do Estado (OGE) 2018 foi elaborado com base na previsão do preço do petróleo a USD 50 por barril.

O ministro de Estado do Desenvolvimento Económico e Social, Manuel Nunes Júnior, considerou, em Junho deste ano, ser fundamental que o sector dos petróleos continue a gerar os recursos financeiros necessários para financiar o resto da economia, de modo a torná-la mais sólida e sustentada.

Para Manuel Júnior, que falava na abertura do 1º Conselho Consultivo do Ministério dos Recursos Minerais e Petróleos, as receitas resultantes da exploração do petróleo devem financiar a diversificação da economia e, assim, iniciar-se um novo ciclo de estabilidade menos dependente do petróleo.

Lembrou que, embora se verifique uma diminuição do peso do sector petrolífero na economia nacional, tal redução não se traduz ainda numa alteração estrutural das exportações e das receitas do Estado, sobretudo em moeda externa. (Angop)

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