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General Nunda com defesa de luxo no caso de “Burla à Tailandesa” de 50 mil milhões USD

O antigo chefe do Estado Maior General das FAA é defendido por um grupo de cinco advogados criminalistas, com Sérgio Raimundo à testa, que tem a companhia de Benja Satula, Celestino Quemba, António João e Miguel Santana.

A 1ª Câmara Criminal do Tribunal Supremo deu início, na segunda-feira, dia 23, à audição dos elementos envolvidos na alegada tentativa de burla ao Estado angolano no valor de 50 mil milhões USD, também conhecida por “Burla à Tailandesa”.

O processo envolve o general Nunda, ex-chefe do Estado Maior General (CEMG) das Forças Armadas Angolanas (FAA), e Norberto Garcia, ex-director da Unidade Técnica para o Investimento Privado (UTIP) e actual secretário para a Informação do MPLA, e mais nove cidadãos nacionais e estrangeiros.

No primeiro dia de audições, no âmbito do processo de instrução contraditória, expediente penal utilizado para aferir o grau de culpabilidade dos acusados (antes do julgamento propriamente dito), foram ouvidas, durante seis horas, cinco testemunhas, todas elas arroladas por Noberto Garcia, ouvido na qualidade de arguido pelo juiz e presidente da Câmara Criminal do Tribunal Supremo, Joel Leonardo.

O porta-voz do MPLA, que está a ser defendido pelo advogado Evaristo Manico, recusou-se a falar sobre o assunto ao Expansão.

No segundo dia, terça-feira, foi ouvido o general reformado José Arsénio Manuel, presidente do Conselho de Administração da “Ondjwo Yeto”, cooperativa ligada às Forças Armadas, que, segundo a acusação, foi utilizada para dar consistência ao alegado “esquema fraudulento” com origem num suposto fundo tailandês. (Expansão)

por Nelson Francisco Sul

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