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Incêndio destrói sete armazéns no Hoji-ya-Henda

Um incêndio de grandes proporções destruiu esta terça-feira, 24, sete armazéns de venda de material diverso e quatro residências, na rua do Funchal, no distrito urbano do Hoji-ya-Henda, no município do Cazenga, em Luanda.

O fogo não provocou vítimas, mas destruiu quatro casas e provocou danos materiais avultados, tendo grande parte do recheio dos sete armazéns sido consumido pelas chamas.

Esta informação foi avançada hoje ao NJOnline pelo porta-voz do Comando Provincial dos Bombeiros, Faustino Minguês, que acrescentou que o incêndio começou por volta das 15:00 e foi dominado perto das 22:30 pelos cerca de 70 efectivos dos Serviços de Bombeiros mobilizados para o local.

De acordo com o porta-voz dos bombeiros em Luanda, “as quatro famílias que viviam nas casas próximas aos armazéns atingidos pelo incêndio tiveram tempo de retirar alguns bens com a ajuda dos efectivos e tiveram que se abrigar em casas de outros familiares”.

Faustino Minguês disse também que os bombeiros continuam no local, “e apesar do muito fumo que sai dos destroços, a situação está normalizada”.

O porta-voz dos bombeiros na província de Luanda disse ainda ao NJOnline que até ao momento os proprietários dos armazéns afectados ainda não compareceram no local.

De recordar que não é a primeira vez que um incêndio do género acontece nos armazéns Hoji-ya-Henda, no Cazenga.

O último aconteceu em Dezembro de 2013 e dois armazéns de produtos diversos ficaram totalmente destruídos, com prejuízos avaliados em mais de vinte milhões de Kwanzas.

Faustino Camões Sebastião, porta-voz do Serviço Nacional de Protecção Civil e Bombeiros (SNPCB), afirmou na ocasião que a maior parte dos incêndios surgidos nas grandes superfícies comerciais são causados por negligência dos agentes económicos que não observam as normas de segurança recomendadas pelos bombeiros.

“Muitos dos comerciantes acumulam, num mesmo estabelecimento, diversos produtos, muitas vezes mal acondicionados, facto que pode facilitar a propagação de um incêndio e dificultar o trabalho do corpo de bombeiros”, explicou.
(Novo Jornal Online)

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