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Angola continua zona de transição para tráfego ilegal de marfim

O secretário de Estado para os Recursos Florestais, André de Jesus Moda, afirmou hoje (quarta-feira) que Angola continua uma zona de transição para o tráfego ou comércio ilegal do marfim, corno de rinoceronte, escamas do pangolim, gorila e aves selvagens.

André de Jesus Moda falava na segunda reunião do grupo de peritos sobre a implementação da estratégia da União Africana adstrita à vida selvagem.

Segundo o secretário de estado, só em 2017 foram contabilizados cerca de 1,2 toneladas de marfins e outras peças das espécies acima citadas, cujos troféus foram extraídos pelos caçadores furtivos vindos de países diversos.

“Ficamos assustados com as quantidades confiscadas, o que requer maior reforço e financiamento nos serviços de fiscalização e controlo além-fronteiras, tendo em conta as bolsas residuais dos contrabandistas e a dimensão das nossas fronteiras marítimas, terrestres e aeroportuárias”, prosseguiu.

Com Angola na vice-presidência do comité para a caça furtiva a nível da União Africana, continuou, reafirmamos o compromisso nos esforços de conservação, que devem ser conjugados para que cada país membro contribua no alcance dos objectivos.

Para efeito, André Jesus de Mota explicou que Angola elaborou e publicou vários instrumentos legais, entre os quais um decreto executivo sobre a lista vermelha das espécies ameaçadas e espécies vulneráveis ou endémicas, que merecem a atenção e protecção de todos. (Angop)

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