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Enaltecido engajamento do Chefe de Estado angolano na governação do Golfo da Guiné

O engajamento do Presidente da República de Angola, João Lourenço, na promoção da boa governação marítima na Região do Golfo da Guiné e a favor da paz e da estabilidade mundial, foi exaltado nesta terça-feira, em Luanda.

O reconhecimento vem expresso no comunicado final do seminário sobre “a governação do oceano atlântico no interesse da paz, segurança e desenvolvimento sustentável da Região do Golfo da Guiné”, decorrido na capital angolana, Luanda, desde segunda-feira.

No fórum, organizado pelo Secretariado Executivo da Comissão do Golfo da Guiné e por Angola, foram apreciados temas como a aplicação da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, definição de fronteiras marítima e experiência regionais no domínio marítimo.

A secretária executiva da Comissão do Golfo da Guiné, Florentina Adenike Ukonga, defendeu a cooperação no Golfo da Guiné em prol dos povos e das nações da região.

Pediu a máxima atenção a protecção marítima, por possui recursos essenciais ao desenvolvimento dos países membros, sob pena de outros explorarem a seu favor.

Florentina Ukonga valorizou o seminário pela partilha de conhecimentos sobre o estado de desenvolvimento da governação no domínio marítimo, bem como sobre os mecanismos nacionais e regionais de protecção física da costa marítima.

O embaixador da Nigéria, Adesesan Olantunde, partilha da importância da cooperação em benefício mútuo na Região do Golfo da Guiné, referindo que a chave do sucesso está na parceria, que deve ser fortalecida.

Disse ser responsabilidade comum a promoção da boa governação, paz, segurança e desenvolvimento sustentável, com resultados concretos no nível de vida dos cidadãos da região.

Na qualidade de representante do país que preside o Conselho de Ministro da Comissão do Golfo da Guiné, defendeu esforços concentrados no combate à pirataria e a imigração ilegal.

A Comissão constitui um quadro de concertação dos países do Golfo da Guiné para a cooperação e o desenvolvimento, assim como para a prevenção, gestão e resolução dos conflitos ligados à delimitação das fronteiras, exploração económica e comercial das riquezas naturais localizadas nos limites territoriais.

A organização é integrada por Angola, Nigéria, RDC, Congo-Brazzaville, São Tomé e Príncipe, Gabão, Camarões e Guiné Equatorial.

A sub-região tem um mercado com cerca de 250 milhões de habitantes, num espaço de oito países, e é responsável por mais de 15 porcento da produção mundial de petróleo. (Angop)

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