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Executivo reitera parceria com as ONGs nacionais estrangeiras no país

O Executivo angolano, através dos governos provinciais e Administrações Municipais, reitera a necessidade de continuar a parceria com as igrejas, ONG’s nacionais e estrangeiras que operam no país.

O facto foi reiterado hoje, segunda-fera, em Luanda, pela ministra da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, Victória Correia da Conceição, no encerramento do encontro de trabalho com as ONG’s nacionais e internacionais registadas no Instituto de Promoção e Coordenação das Ajudas as Comunidades (IPROCAC).

Para a governante, o objectivo é fortalecer a cooperação e consolidar as parcerias já existentes entre o Executivo Angolano e as Organizações Não-governamentais (ONG) e tal parceria assenta na base dos programas em carteira no âmbito do Plano Nacional do Desenvolvimento.

Sublinhou que numa altura em que o Governo angolano está a experimentar uma fase de desconcentração e descentralização da sua política, o Misfamu está a aprimorar a municipalização da acção social, no sistema de divulgação, o que equivale dizer que o alvo do sector está virado para os municípios.

Já o director-geral do IPROCAC, Lucas Ribeiro, ressaltou que o Misfamu tem programas direccionados às comunidades, dos quais a municipalidade dos serviços sociais.

Isto significa que para poder se cumprir com este desiderato, disse, há necessidade de ser complementado naquelas circunscrições onde há dificuldades de acesso e complementar o serviço básico que consiste no bem estar das comunidades.

Lembrou que o IPROCAC tem como missão o mapeamento das áreas onde se encontram populações vulneráveis e uma vez feito, consegue-se programar a sua assistência e direccioná-la às comunidades.

Realçou que no âmbito da municipalização da acção social, já existe um projecto piloto nas províncias do Bié, Moxico e Uíge, que consiste na aproximação e assistência às pessoas e identificar os mais vulneráveis.

A presidente do Conselho da Administração da Ajuda de Desenvolvimento Povo para Povo (ADPP), Rikke Viholm, considerou a iniciativa do Misfamu “muito positiva” em convidar a sociedade civil para estar mais por dentro das acções com o Governo. (Angop)

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