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Huíla: Gestores valorizam partilha de conhecimentos

Gestores públicos angolanos consideraram na sexta-feira, no Lubango, que a partilha de experiência beneficia as instituições, promove o crescimento e a investigação científica da região.

No final do 28º encontro da Associação das Universidades de Língua Portuguesa (AULP, o secretário de Estado do Ensino Superior, Eugénio da Silva, valorizou a construção de novos laços e relações, para formar uma comunidade.

Para ele, é importante que as afinidades sejam estabelecidas e concretizadas no sentido prático, beneficiando as instituições da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

Afirmou ser desejo das instituições nacionais (angolanas) serem reconhecidas como úteis para as sociedades, no contexto em que estão inseridas, e que possam unir-se com outras da AULP para promoverem mais cooperações, partilha de experiência, assim como de trabalhos investigativos.

Por sua vez a vice-governadora da Huíla para o sector Económico, Político e Social, Maria João Chipalavela enalteceu que as universidades se desenvolvem melhor quando caminham juntas na produção e partilhar de conhecimentos.

Já a antiga ministra da Cultura, Rosa Cruz e Silva, referiu que o evento torna-se num compromisso das universidades de língua portuguesa em prosseguir e percorrer os territórios, e dar a oportunidade as novas gerações para ganharem interesse e confiança no assunto.

Aferiu existirem outras instituições, especialistas engajadas na preservação do património, natural, histórico do espaço lusófono, apesar de terem consciência, que o património dos países da lusofonia precisam de mais especialistas para continuarem a fazer os estudos.

Mostrou a sua satisfação com a inscrição do património histórico do N’banza Kongo como bem da humanidade, convidando os participantes no encontro a estudar a referida herança angolana, de modo que ele possa alcançar o estatuto de um bem que interpela todos os dias a memória dos populares do território de Angola.

O evento que decorreu sob o lema “O património histórico do espaço lusófono, ciência, Arte e cultura”, teve a duração de três dias e participaram do encontro perto de 200 académicos dos países de língua portuguesa, como Angola, Portugal, Brasil, Cabo Verde, Moçambique, Guine- Bissau, São Tomé e Príncipe, Timor Leste e Macau.

No final do encontro foi atribuído o prémio anual Fernão Mendes Pinto, edição 2017 ao académico brasileiro Gustavo Velloso.

A atribuição do galardão tem como objectivo premiar uma dissertação de mestrado ou de especialização que contribua para a aproximação das Comunidades de Língua Portuguesa, explicando relações entre comunidades de pelo menos dois países.

O valor do Prémio Fernão Mendes Pinto é de oito mil euros, a atribuir numa parceria conjunta entre a AULP e a CPLP ao autor premiado.

A publicação será da responsabilidade do Instituto Camões, em Portugal. (Angop)

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