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Kabila diz que “não quer lições dos assassinos internos e externos da democracia”

O Presidente Kabila afirmou nesta quinta-feira, em Kinshasa, que o Congo nunca deu lições à ninguém, e não está disposto a receber lições, muito menos daqueles que assassinaram a democracia no país e no mundo.

O chefe do Estado congolês que discursava no Congresso (Assembleia nacional e o Senado), apresentou um quadro positivo da RDC, país que, do seu ponto de vista, “estava condenado a um desaparecimento programado, mas que agora é o centro de invejas, intrigas diplomáticas e sórdidas conspirações”.

Kabila voltou a não dar qualquer pista sobre o seu futuro político, como lhe tem sido exigido interna e externamente, mas prometeu, mais uma vez, respeitar a Constituição.

No poder desde Janeiro de 2001, Joseph Kabila que terminou o seu segundo mandato a 20 de Dezembro de 2016, prometeu que as eleições gerais serão organizadas no 23 de Dezembro de 2018, i financiadas integralmente pelo Estado congolês.

Recorde-se que um acordo foi assinado a 31 de Dezembro do mesmo ano, previa eleições gerais no dia 23 de Dezembro de 2018.

Importa salientar que a Constituição congolesa, particularmente o artigo 220 proíbe Joseph Kabila de concorrer para um terceiro mandato, mas a oposição, a Igreja católica, a oposição política e a Sociedade civil desconfiam que Kabila quer continuar no poder.

Em Junho último, o Presidente congolês lançou uma mega plataforma eleitoral chamada Frente Comum para o Congo (FCC) que agrupa a Maioria presidencial, personalidades políticas saídas da oposição que são membros do governo e personalidades independentes, como é o caso do intelectual Elikia Mbokolo, residente em França.

Circulam intensas especulações na classe política congolesa sobre um seu eventual sucessor.

Depois de criticar “aqueles que apenas vêm o que ainda não foi feito, e não o que já foi feito”, Kabila apontou as reformas económicas feitas, e reconheceu que as condições sociais da população continuam preocupantes, particularmente no meio rural e peri urbano.

Para combater a pobreza, defendeu ser urgente trabalhar na melhoria da taxa de crescimento demográfico, através da planificação familiar. (Angop)

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