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Rolls Royce desenvolve sistema de propulsão para veículo aéreo

A fabricante de motorização ligeira e de propulsão, Rolls Royce, desenvolveu um sistema de propulsão, que segundo eles, será capaz de colocar um “táxi voador” nos céus na próxima década.

A empresa britânica informou que elaborou planos para a criação de um veículo elétrico de aterragem e descolagem vertical (em inglês, vertical take-off and landing [EVTOL] vehicle), que poderia transportar entre quatro a cinco passageiros (incluindo o condutor).

Características do veículo

O veículo seria capaz de viajar a velocidades de até 402 km/h por aproximadamente 800 quilómetros (cerca de 500 milhas), afirma a Rolls Royce.

A afamada Rolls, conhecida pelos seus motores de propulsão para navios e aeronaves, tem-se juntado a diversas empresas no sentido de desenvolver veículos voadores. Para confirmar isto, Rob Watson, chefe da equipa de eletricidade da empresa, afirma: “Estamos bem posicionados no sentido de desempenhar um papel de liderança num mundo emergente de mobilidade aérea pessoal, e onde também procuraremos trabalhar em conjunto com uma vasta variedade de parceiros”.

Algumas marcas como a Airbus, a Uber e outras empresas, como a Kitty Hawk que conta com o apoio do co-fundador da Google, Larry Page, transformam uma ideia que outrora era de ficção científica em realidade.

De acordo com a empresa britânica, o conceito inicial da EVTOL (veículo de aterragem/descolagem vertical) usava uma tecnologia que permitia que uma turbina a gás gerasse eletricidade para alimentar os seis propulsores elétricos, especialmente projetados para ter um baixo perfil de ruído. As asas seriam capazes de girar 90 graus, permitindo que o veículo decolasse ou pousasse verticalmente. Contudo, heliportos e aeroportos existentes poderia ser usados.

Perspetivas de futuro do projeto e da empresa
A empresa acredita que os avanços que se fazem hoje na área da propulsão elétrica híbrida, ou seja, em sistemas de propulsão que usam eletricidade e outro tipo de combustível, poderão tornar este projeto viável para 2020, caso exista um modelo comercial adequado.

Por agora, a empresa afirma que está à procura de um fabricante de estruturas, possivelmente para a fuselagem do veículo, e de um parceiro para fornecer componentes para o sistema elétrico. (Maistecnologia)

Fonte BBC

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