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Estadista cabo-verdiano quer jornalistas na consolidação da CPLP

O Presidente da Cabo Verde, Jorge Carlos da Fonseca, disse hoje, terça-feira, esperar que os jornalistas da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) sejam livres, autónomos e que contribuam para consolidação da organização.

O estadista exprimiu esse desejo depois de ter visitado os mais de 100 jornalistas que cobrem a XII cimeira de Chefes de Estado e de Governo da CPLP, que decorre até quarta-feira na ilha cabo-verdiana do Sal.

Exortou aos jornalistas a cultivar “muita liberdade de imprensa”, a serem objectivos e a buscarem sempre a verdade.

Incentivou os profissionais da comunicação social a procurarem autonomia e independência sobre os poderes, na situação ou na oposição.

O Presidente cabo-verdiano partilhou com jornalistas preocupações quanto aos avanços na Guiné Equatorial sobre a abolição da pena de morte.

As autoridades da Guiné Equatorial aboliram a pena de morte e falta “apenas o decreto presidencial” para a implementação desta decisão.

Referiu que, como professor de Direito Penal antes de ser eleito Presidente, sempre defendeu a abolição da pena de morte.

Afirmou que a pena de morte não rima com humanidade, democracia, por ser pouco racional e irreversível.

Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) foi criada em 17 de Julho de 1996 com o objectivo de aprofundar a amizade mútua e da cooperação entre os seus membros. (Angop)

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