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Caça furtiva coloca animais em perigo de extinção no Golungo Alto

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Animais como javalis, veados, gazelas e macacos existentes na reserva florestal do Golungo Alto, província do Cuanza Norte, encontram-se em perigo de extinção devido a caçadores furtivos que operam na região.

Em declarações à imprensa hoje (terça-feira), a administradora municipal do Golungo Alto, Teresa da Costa, manifestou-se preocupada com a situação que está a promover o desaparecimento de algumas espécies animais decorrente da prática da caça durante todo ano, incluindo na fase de reprodução.

Para inverter o actual quadro, referiu, estão a ser adoptadas medidas conjuntas entre a administração municipal, o comando municipal da Políca Nacional e o Instituto de Desenvolvimento Florestal (IDF), versadas na recolha das armas em posse ilegal dos caçadores.

Teresa da Costa disse estarem igualmente em curso campanhas de sensibilização dos munícipes sobre a importância da conservação da fauna, flora e do meio ambiente para a preservação dos ecossistemas.

Para tal, apelou a juventude a aderir a formação académica e profissional, ao invés da caça, que quando desregrada apresenta prejuízos para os próprios e para a sociedade em geral.

A Reserva Florestal do Golungo Alto conta com uma área de 558 quilómetros quadrados, é rica em diversidade animal e de plantas, onde predominam espécies como elefante, pacaça, hipopótamo, antílopes diversos, corça, lebre, galinha do mato e perdizes. (Angop)

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