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MPLA e PCP abordam situação política de Angola e Portugal

Representantes dos partidos MPLA (Angola) e do Partido Comunista Português (PCP) abordaram nesta segunda-feira, em Luanda, questões de carácter política e social, no quadro das relações de cooperação entre as formações políticas.

Durante um encontro entre o secretário-geral do MPLA, Paulo Kassoma, e o membro do Secretariado e da Comissão Política do Comité Central do PCP, José Capucho, passaram em revista as acções implementadas nos respectivos países, por estes partidos, em prol do desenvolvimento económico e social.

Na capital do país desde sábado, em visita oficial de trabalho de cinco dias, José Capucho informou a imprensa, no final da reunião, que o encontro foi frutífero, tendo considerado “bastante excelentes” os laços de amizade e cooperação entre o PCP e o MPLA.

Abordado sobre o processo de transição política em curso no MPLA, consubstanciado na mudança da liderança, José Capucho considerou a mesma de “exemplar”.

O último encontro entre delegações do MPLA e do PCP aconteceu em Junho de 2016, em Luanda.

O MPLA realiza no dia 8 de Setembro próximo um congresso extraordinário para a eleição do seu presidente, em substituição de José Eduardo dos Santos, que lidera o partido desde 1979, na sequência da morte de António Agostinho Neto, então Presidente da formação política e da República Popular de Angola.

A 11 de Março de 2016, durante a 11ª sessão ordinária do Comité Central, o presidente do MPLA anunciou que deixaria a vida política activa em 2018. Por isso, não concorreu como cabeça de lista da formação política nas eleições gerais de 2017.

O Vice-presidente do MPLA, João Lourenço, concorreu como cabeça de lista do partido e foi eleito Presidente da República, tendo sido investido no cargo a 26 de Setembro de 2017.

No dia 29 de Junho último, o Comité Central do MPLA aprovou, por aclamação, a candidatura de João Lourenço ao cargo de presidente do MPLA.

O congresso decorrerá sob o lema “com a força do passado e do presente, construamos um futuro melhor” e terá a participação de 2 mil e 591 delegados. (Angop)

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