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Mais de 60 por cento dos homens e mulheres angolanas estão empregados – INE

Dos 25 milhões da população angolana 69 por cento dos homens e 65 por cento das mulheres de 15-49 anos estão empregados, como indica o relatório final do inquérito de Indicadores Múltiplos e de Saúde (IIMS) 2015/2016, lançado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) este ano.

Segundo o documento, metade das mulheres empregadas trabalham em actividades de vendas e serviços contra os 23% dos homens, enquanto 36 % das mulheres e 28 % dos homens trabalham em actividades agrícolas.

Entre os masculinos 26 % trabalham em actividades cuja mão-de-obra é especializada e 18 % como profissionais, técnicos ou gerentes contra os 8% e 2% das femininas.

A percentagem de homens e mulheres empregadas aumentam progressivamente com a idade. A probabilidade de ambos de 45-49 anos estarem empregados (93% e 87%) é duas vezes maior do que a dos homens e mulheres de 15-49 anos (ambos 39%).

Por área de residência, a percentagem de homens e mulheres empregados é maior nas áreas rurais (ambos 80%) do que nas áreas urbanas (59% e 65% respectivamente).

O documento esclarece que a grande maioria dos homens e mulheres que reside nas áreas rurais trabalham na agricultura (82% e 74%), nas áreas urbanas a maioria das mulheres (71%) trabalha em vendas e serviços e os homens em mão de obra especializada (34%) e vendas e serviços (29%.)

A proporção de empregados varia de acordo ao estado civil, existe uma maior proporção de homens e mulheres empregados actualmente casados (89% e75%) e divorciados, separados ou viúvos (78% para homens e 77% para mulheres) do que homens e mulheres nunca casados (49% e 47%).

O Inquérito de Indicadores Múltiplos e de Saúde (IIMS) foi realizado entre Outubro de 2015 e Março de 2016 e faz parte da Estratégia Nacional de Desenvolvimento Estatístico (ENDE) 2015/2025.

Para este trabalho, o INE contou com a colaboração do Ministério da Saúde (MINSA), assistência técnica do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), ICF Internacional, através do Programa de Inquéritos Demográficos e de Saúde e do Fundo das Nações Unidas para a População (FNUAP). (Angop)

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