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Executivo aposta na modernização da MGA para defesa territorial

O Executivo Angolano aposta séria e progressivamente na formação e superação dos efectivos da Marinha de Guerra Angolana (MGA), aumentando a capacidade no manuseamento e emprego de meios tecnológicos mais modernos, para a defesa do interesse nacional nas águas territoriais.

Esta informação foi dada pelo ministro da Defesa Nacional, Salviano de Jesus Sequeira, numa mensagem de felicitação enviada nesta terça-feira à Angop, em Luanda, por ocasião do 10 de Julho de 2018, data em que a Marinha de Guerra Angolana completa o 42° aniversário.

No documento, o governante referiu que o aumento sistemático da componente técnica, manuseada por efectivos com elevados níveis de educação patriótica e preparação tácita, maximiza a capacidade das forças para enfrentar as ameaças nas águas territoriais e, concomitantemente, na Região dos Grandes Lagos, pela sua importância estratégica.

O ministro exortou aos efectivos da MGA para continuarem a elevar, cada vez mais, os níveis de disciplina, vigilância e prontidão, na defesa da pátria, assente na inviolabilidade do espaço marítimo angolano, na salvaguarda da independência e no normal funcionamento das instituições democráticas.

Numa outra mensagem de felicitação, o chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas (FAA), Egídio de Sousa Santos, destacou a trajectória da Marinha de Guerra Angola nos 42 anos de existência.

Para si, a MGA encontra-se em franco desenvolvimento e modernização, fruto da importância que o Executivo Angolano atribui à defesa da soberania nacional, através do mar e águas fluviais, numa altura em que o terrorismo internacional tem constituído uma séria ameaça para a Região do Golfo da Guiné, onde Angola se insere.

“Apesar das dificuldades ainda existentes, a trajectória percorrida pela MGA contém a marca de importantes ganhos alcançados na formação, capacitação de quadros a todos os níveis no país, como no exterior, bem como no apetrechamento paulatino das unidades navais, com equipamento moderno e meios técnicos indispensáveis ao controlo da Zona Económica Exclusiva, a prevenção e combate à pirataria marítima, seus riscos e ameaças”, referiu.

Defendeu a necessidade de se redobrar a vigilância e prontidão combativa para se evitarem potenciais actos ilícitos, tendo em conta que o mar é fonte de importantes recursos e representa um importante meio de comunicação.

A Marinha foi fundada em 1976 por altura da visita do primeiro Presidente e fundador da nação angolana, António Agostinho Neto, à base naval de Luanda, facto que coincidiu com o fim do período de instrução dos primeiros militares do ramo, pós independência do país. (Angop)

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