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PN desmente assassinato de sobrinho de Abel Chivukuvuku: Morte resultou de acidente de viação

A Polícia Nacional (PN) desmente a informação de que Lucas Chivukuvuku, sobrinho do líder da CASA-CE, Abel Chivukuvuku, foi vítima de assassinato, garantindo que o mesmo morreu na sequência de um acidente de viação, causado por um motorista de táxi alcoolizado, que já foi detido.

Através de um comunicado, enviado hoje à redacção do NJOnline, a PN informa que Lucas Chivukuvuku, de 32 anos, morreu num despiste e “consequente tombamento” de uma carrinha Toyota Hiace, de cor azul e branca (na imagem), ocorrido na noite da última quinta-feira, 5 de Julho.

A viatura era conduzida por João Catarina Eduardo, de 29 anos de idade, que, segundo a corporação, estava alcoolizado e, “ao descrever a rotunda por baixo do viaduto da UOL/Deolinda Rodrigues, no sentido poente, perdeu os travões”, tendo depois embatido no lancil.

A PN realça ainda que, “por precipitação”, Lucas Chivukuvuku saltou do veículo. “O seu cadáver foi removido para a morgue central do Hospital Josina Machel e o veículo para Unidade de Trânsito”, informa a corporação, acrescentando que o motorista foi entretanto detido.

A nota desmente, assim, a informação, posta a circular nas redes sociais no último fim-de-semana, de que a vítima foi assassinada, alegadamente por estar a investigar casos de corrupção envolvendo altas figuras da sociedade angolana, no âmbito das suas atribuições na Procuradoria-Geral da República (PGR).

A versão de assassinato, partilhada inclusivamente na página CASACE – Mobilização Nacional, identificada no Facebook como a “Página Oficial do Secretariado Nacional para Organização e Mobilização da Convergência Ampla de Salvação de Angola – Coligação Eleitoral (CASA-CE)”, é sustentada por uma suposta denúncia de Abel Chivukuvuku, que o NJOnline está a tentar contactar desde esta manhã.

O líder da CASA-CE terá dito que o sobrinho estava a ser fortemente pressionado “para adulterar processos”, acrescentando mesmo que no dia da sua morte levou para casa vários processos, que deveriam conduzir ao bloqueio de contas bancárias de algumas figuras sob investigação na PGR.

Questionada pelo NJOnline sobre esta informação, fonte da PGR confirmou que a vítima trabalhava na instituição, escusando-se a prestar mais dados. (Novo Jornal Online)

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