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Empresários aplaudem com instrutivo de regras cambiais para importação e exportações

Empresários nacionais aplaudira o novo instrutivo de regras de procedimentos de operações cambiais para importação e exportações de mercadorias, apresentado nesta quarta-feira, em Luanda, pelo Banco Nacional de Angola (BNA).

Para o empresário Adérito Areias, com actividades ligadas às pescas e produção de sal na província de Benguela, o novo instrutivo de procedimento de operações cambiais de importação e exportação de mercadorias é “extremamente pacífica” e pode resolver algumas dificuldades que a classe empresarial vive.

Referiu tratar-se de uma nova regulamentação que vai beneficiar os empresários no seu todo.

Por sua vez, o empresário e presidente da Associal Industrial de Angola, José Severino, considerou todos vão beneficiar deste diploma legal que salvaguarda os interesses do país acima de tudo.

Explicou que o novo instrutivo veio definir regras claras, porque os procedimentos anteriores nem eram conhecidos e forma do governador do BNA interagir com a classe empresarial, via directa, com os empresários e associações do país, permite levar esta imagem de organização do país no seu todo.

Referiu que quase tudo estava concentrado em Luanda, situação que cria sérios constrangimentos à economia.

Quanto ao instrutivo, disse ser um documento que não está fechado e foi submetido à consulta e os empresários vão apresentar contribuições, acrescentando porém que o propósito fundamental está atingido pelo instrutivo que é a defesa do interesse nacional, transparência e regras claras.

Ressaltou também que o BNA está a se organizar para uma supervisão mais activa, actuante e mais rápida, e mesmo com menos divisas a economia será mais eficiente, tendo em conta o novo quadro.

Quanto às vantagens e desvantagens, sublinhou haver neste diploma regras de jogos claras, que procura responsabilizar os prevaricadores e eliminar intermediários, que acabam de agravar os custos de importação em cerca de 15 a 20 porcento

A propósito do novo instrutivo, o consultor económico Lopes Paulo disse ser uma medida que vai atingir de certa forma o funcionamento das empresas e sobretudo naquilo que é a relação com o mercado internacional.

Referiu que a grande preocupação apresentada está centrada na regulação e de certa forma disciplinar as operações com o mercado externo, pois o país tem compromissos, quer com empresas, e compromissos correntes, bem como compromissos atrasados e para fazer face a eles têm que ter capacidade de recursos em moeda extrema. (Angop)

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