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Cidade chinesa realiza festival de carne de cão apesar de pressão de activistas

Moradores de Yulin, cidade do sul da China, defenderam o hábito de consumir carne de cachorro para comemorar o solstício de verão, nesta quinta-feira, enquanto activistas de direitos dos animais procuram novas maneiras de levar os organizadores a cancelarem o festival anual.

O evento de dez dias, conhecido pelos moradores locais como festival da lichia e da carne de cachorro, se tornou uma questão de ordem para os amantes dos cães, que todos os anos confrontam aqueles que compram, vendem e comem carne dos animais.

Nos últimos anos os defensores de direitos dos animais fizeram piquetes em matadouros e interceptaram camiões repletos de cães na tentativa de limitar o número de animais mortos.

Os activistas dizem que o comércio de carne de cachorro é desumano e insalubre, chamando a atenção para vídeos de cães presos com laços de arame, transportados em jaulas minúscula e abatidos com varas de metal.

Os frequentadores do festival mantêm a postura desafiadora. “O chamado festival da lichia e da carne de cão de Yulin é só um costume popular nosso. Os costumes populares em si mesmos não podem ser certos ou errados”, disse o morador Wang Yue à Reuters.

“Aquelas cenas de abate sangrento de cachorros que se vê na internet, quero dizer que o abate de qualquer animal será sangrento. Espero que as pessoas consigam encarar isto objectivamente”.

A carne de cachorro é um alimento tradicional em algumas áreas do sul da China, onde se acredita que é saudável para o corpo quando o clima está quente. (Reuters)

por Joyce Zhou e Christian Shepherd

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