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Executivo apoia surgimento do agro-negócio

O Executivo angolano apoia o surgimento do agro-negócio tendo em conta a substituição das importações e a produção interna dos produtos que fazem parte da cesta básica, informou, neste sábado, o secretário de Estado para Agricultura e Pecuária, Carlos Alberto Jaime.

Em declarações à imprensa, na Feira Anual do Dia do Criador de Gado e do Campo, realizada no município da Quibala, província do Cuanza Sul, Carlos Alberto Jaime sustentou que a medida visa contribuir no processo de diversificação da economia em curso no país.

Segundo o secretário de Estado para Agricultura e Pecuária, neste sector, a questão dos incentivos está relacionada com a capacidade de resolver-se, internamente, a produção dos produtos essenciais que constituem a cesta básica.

O governante reafirmou que o Executivo está a apoiar os grandes produtores nacionais que são as famílias camponesas por representarem cerca de 90 porcento da produção alimentar.

Carlos Alberto Jaime entende que o problema da agricultura não se prende só com as subvenções, tem a ver muito com a produção e substituição das importações e, por este facto, o preço do milho e da soja, que representam os principais produtos para produção animal, serão analisados.

Prometeu que vai estabelecer-se um preço mínimo de referência e depois tentar encontrar, ao nível do financiamento interno do Governo, a subvenção dos combustíveis e fertilizantes que pesam mais na cadeia da produção dos produtos em referência.

Em relação a questão do gado, reiterou que as estimativas rondam aos três milhões de cabeça em termos de gado bovino, sendo que a Cooperativa dos Criadores de Gado do Sul de Angola abarca o maior acervo de gado, com cerca de dois milhões de cabeça no Cunene, Huila e Benguela, seguido por Cuanza Sul, Huambo, Malanje e um pouco em Camabatela.

“O que pretendemos é que essas associações de empresários se organizem na questão das geo-sanidade, porque é importante que a sanidade animal seja o principal problema do governo para combater, principalmente nas quatro vacinas que deveremos produzir no país”, disse.

Explicou tratar-se de vacinas que devem ser produzidas no país, visto que sem sanidade animal aceitável no país, a carne produzida em Angola nunca será exportada, haverá problemas de saúde humana.

O foco do trabalho do Executivo passa em criar algumas infra-estruturas de apoio, principalmente as mangas de vacinação, tanques banheiros, farmácias, antibióticos e vitaminas.

A Feira Anual do Dia do Criador de Gado e do Campo, realizada no município da Quibala, província do Cuanza Sul reuniu cerca de 16 expositores na Fazenda Santo António. A referida Fazenda tem cinco mil hectares, dos quais mil 500 por irrigação, com uma produção anual de 22 mil tonelada de milho e soja, mil 200 cabeças de gado bovino e 400 suínos. (Angop)

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