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Em 2016, morreram 110 mil portugueses. E foram estas as principais causas

Segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística a idade média de óbito no país foi de 81,1 anos.

O Instituto Nacional de Estatística apresentou os resultados estatísticos relativos às causas de morte ocorridas em território nacional em 2016.

Segundo os dados do INE, há dois anos registaram-se 110.970 óbitos para os quais foram apontadas duas razões predominantes: As doenças do aparelho circulatório que representaram 29,6% das mortes registadas; e os tumores malignos, que representaram 24,7%. Juntas as duas causas abrangem mais de metade dos óbitos ocorridos em Portugal (54,2%).

Ainda assim, em 2016, ocorreram menos 0,2% de mortes por doenças do aparelho circulatório, num total de 32.805. A idade média de óbito no país foi de 81,1 anos. Foram as mulheres a contribuir para a subida desta média, uma vez que para os homens a idade média foi de 78 anos e para elas de 83,7.

Por sua vez, o número de mortes com idade inferior a 70 anos subiu 0,5% em relação ao ano anterior. Também os tumores malignos causaram mais mortes (2,7%) do que em 2015. Este conjunto de doenças teve origem em mais mortes masculinas (59,6%) do que femininas (40,4%), sendo a idade média de óbito 73,1%.

Também os homens sofrem mais de mortalidade prematura, isto é, antes dos 70 anos. A morte prematura é assim “mais elevada para os homens (39,5%) do que para as mulheres (32,7%), e o número de anos potenciais de vida perdidos no país em 2016 devido às mortes por tumores malignos foi 111.072 anos”, pode ler-se nos dados publicados esta terça-feira pelo INE.

Em 2016, o que diminuiu foram as mortes por doenças do aparelho respiratório (12,1% face a 12,4% em 2015), assim como as causadas por diabetes mellitus (3,9% face a 4,0% em 2015). (Notícias ao Minuto)

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