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Síria e aliados em alerta perante iminência de ataque militar dos EUA

Donald Trump prometeu responder a alegado ataque químico nas próximas horas. Emmanuel Macron admite resposta caso sejam ultrapassadas linhas vermelhas. Clima de alta tensão colocou Damasco e aliados sob alerta máximo.

As tropas sírias leais ao regime de Bashar-al Assad e os seus aliados estão em alerta perante a iminência de um ataque norte-americano ao país, isto depois de Washington ter afirmado que está a estudar todas as possibilidades relativamente à resposta ao alegado ataque químico atribuído a Assad e aliados. Donald Trump disse que a ação norte-americana será conhecida nas próximas horas.

Perante uma possível retaliação vinda dos Estados Unidos, tendo a Rússia afirmado que tal não será tolerado, as tropas sírias começaram a tomar medidas preventivas nas suas bases militares. O Observatório Sírio para os Direitos Humanos diz que as tropas estão num alerta de 72 horas e que estão a fortificar as suas posições.

Além disso, diz a Associated Press, combatentes iranianos e membros do Hezbollah libanês, que estão na Síria a combater ao lado de Bashar-al Assad, abandonaram as suas posições na zona de Boukamal, perto da fronteira com o Iraque.

As precauções tomadas pela Síria, Rússia e Irão começaram a ganhar força depois de uma tensa reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas, onde Moscovo e Washington trocaram acusações. Para lá disso, o presidente francês, Emmanuel Macron, e o seu homólogo norte-americano, Donald Trump, reiteraram que estão a trabalhar em conjunto. O líder francês falou em ripostar caso sejam ultrapassadas “linhas vermelhas”, ao passo que Trump, disse que o “animal” Assad vai prestar contas pelo ataque químico, investigado pela Organização para a Proibição das Armas Químicas (OPAQ), que causou dezenas de mortos.

Entretanto, a agência de notícias iraniana Tasnim diz que foram sete, e não quatro como foi dito anteriormente, o número de oficiais iranianos que morreram na sequência de um ataque ao aeroporto militar sírio de Taifur, que causou pelo menos 14 mortos. Rússia e Síria culpam Israel pelo ataque, acusação que não foi confirmada nem desmentida por Tel-Aviv. (Notícias ao Minuto)

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