Notícias de Angola - Toda a informação sobre Angola, notícias, desporto, amizade, imóveis, mulher, saúde, classificados, auto, musica, videos, turismo, leilões, fotos

Puigdemont sai da prisão e diz ser “vergonha para a Europa ter presos políticos”

O antigo líder catalão tinha sido detido a 25 de Março na Alemanha.

O antigo líder catalão Carles Puigdemont pagou a fiança de 75 mil euros e já saiu da prisão alemã em que se encontrava detido, avança a imprensa espanhola. “É uma vergonha para a Europa ter presos políticos”, disse o antigo líder catalão, à saída da prisão, pedindo a libertação de todos os seus companheiros que se encontram detidos. “A época do diálogo chegou e só temos recebido uma resposta de repressão. É hora de fazer política, não há desculpas”, acrescentou ainda.

Nesta quinta-feira, o Tribunal Supremo do estado alemão de Schleswig-Holstein decidiu não admitir o delito de rebelião contra Puigdemont. Em Espanha, o antigo líder catalão é procurado por “rebelião, sedição e desvio de fundos”.

Puigdemont foi detido na Alemanha a 25 de Março, quando regressava a Bruxelas de carro. Os juízes tinham decidido que o catalão podia sair em liberdade sob fiança, que estava estipulada em 75 mil euros.

O tribunal do estado federal alemão tinha considerado “inadmissível” a acusação de rebelião por não se cumprir o requisito de “violência, mas aceita o procedimento por desvio que fundos públicos, que a Procuradoria incluía na sua petição”. Os procuradores alemães anunciaram que a libertação imediata de Puigdemont foi dada às 11h14 (menos uma hora em Portugal). O Governo espanhol disse respeitar a decisão judicial do tribunal alemão, anunciou o porta-voz do Governo, Íñigo Méndez de Vigo.

Segundo a Associated Press, as autoridades ficaram com a indicação da morada alemã onde Puigdemont estará nos próximos dias. À porta do centro penitenciário da cidade alemã de Neumünster estão dezenas de pessoas, sobretudo jornalistas (mas também apoiantes catalães com bandeiras), a aguardar a saída do antigo líder da Catalunha.

“Não há nada de novo que se possa dizer sobre o tema, trata-se de um caso que está nas mãos da Justiça e não afecta as relações entre os dois Governos”, disse a vice-porta-voz do executivo alemão, Ulrike Demmer, citada pelo jornal La Vanguardia. (Público)

Deixe um comentário

Seu endereço de email não será publicado.

Translate »