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Polidesporto: Obras de construção do estádio do Mambrôa retomam em 2019

As obras de construção do estádio do Mambrôa, propriedade do Sport Huambo e Benfica, no bairro Cacilhas, arredores da cidade do Huambo, serão retomadas em 2019, no âmbito da execução do programa de investimentos públicos.

A garantia é da ministra da Juventude e Desportos, Ana Paula do Sacramento Neto, em declarações à imprensa, hoje, depois de ter visitado as obras, paralisadas há quatro anos, por razões financeiras, tendo informado que tudo está a ser feito, com o ministério da Construção e Obras Públicas, a fim de incluir a empreitada nas prioridades do Orçamento Geral do Estado do próximo ano.

No local, a ministra mostrou-se triste com a situação, uma vez que o estádio devia estar pronto em 2012, razão pela qual prometeu empenhar-se pessoalmente para ver retomadas as obras de construção do estádio do Mambrôa.

Também mostrou-se preocupada com o actual estado de degradação das infra-estruturas desportivas da província do Huambo, prometendo, por isso, apresentar a preocupação ao Conselho de Ministros para se encontrar uma solução.

Informou que até 2022 o ministério pretende construir o centro de auto-rendimento no município da Caála, há muito anunciado, considerando ser uma infra-estrutura que muita falta ao desenvolvimento do desporto no país.

O estádio do Mambrôa, que possuía capacidade para cinco mil espectadores e uma pista de terra batida para atletismo, foi demolido entre finais de 2011 a inicio de 2012, para dar lugar a uma infra-estrutura moderna, para 15 mil espectadores e uma pista de tartam para atletismo.

A consignação e arranque das obras aconteceu a 26 de Novembro de 2011, em acto orientado pelo então ministro da Juventude e Desportos, Gonçalves Muandumba, na presença do então secretário de Estado para a Construção, Joanes André.

O prazo de conclusão da infra-estrutura, co-financiada pelos Ministérios da Construção e da Juventude e Desportos, era de nove meses, num investimento de 844 milhões, 462 mil e 654 kwanzas.

Depois da demolição, nada mais aconteceu, sendo que em Abril de 2013 a empresa construtora (Omatapalo) retirou de lá os seus equipamentos de trabalho e o pessoal, parando tudo, e, como consequência, os populares vandalizaram na totalidade o muro de vedação que ainda restava para sinalizar o estado de obras. (Angop)

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