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Pelo menos 25 soldados sírios mortos em combates contra o EI

Pelo menos 25 soldados e combatentes do regime sírio morreram numa ofensiva de combatentes do grupo Estado Islâmico (EI) perto da cidade de Mayadin, leste da Síria, anunciou nesta quinta-feira a ONG Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

De acordo com o OSDH, 13 jihadistas morreram nos combates, iniciados na quarta-feira à tarde nas proximidades da cidade, que foi retomada pelas forças do regime há seis meses.

“As tentativas do EI de avançar em direção de Mayadin continuam”, afirmou o diretor do OSDH, Rami Abdel Rahman, antes de indicar que esta é “a maior ofensiva do EI desde que perderam esta cidade”.

Mayadin fica 40 km ao sudeste de Deir Ezzor (leste), na margem oeste do Eufrates. A cidade tem limite ao oeste e ao sul com o deserto de Badia.

Uma fonte militar síria negou um ataque contra posições do exército na margem oeste do Eufrates, mas disse que bombardeios intermitentes a partir da margem leste provocaram uma “resposta com armas adaptadas”.

Os combatentes do EI controlam algumas localidades na margem leste, que é controlada em grande parte pela aliança curdo-árabe das Forças Democráticas Sírias (FDS), apoiada pelos Estados Unidos.

O grupo extremista perdeu quase todo o território que controlava durante seu “califado”, proclamado em 2014 em partes da Síria e do Iraque. O EI conserva, no entanto, alguns redutos na província de Deir Ezzor e ao sul de Damasco.

O regime sírio retomou a totalidade de Ghuta Oriental após dois meses de ofensiva que deixaram 1.700 civis mortos, segundo o OSDH. Agora aponta para os focos de resistência ao sul da capital síria.

As forças de Bashar al-Assad bombardearam pela terceira noite consecutiva o campo palestino de Yarmuk, sob controle do EI desde 2015, informou o OSDH. As tropas se concentram perto do local para uma possível ofensiva.

Yarmuk é o maior campo palestino da Síria. Quando a guerra começou no país, o local tinha 160.000 habitantes, incluindo sírios, mas agora restam apenas alguns milhares de refugiados. (AFP)

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