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Jornalistas devem valorizar compromissos do Executivo

Os profissionais de comunicação social devem valorizar no exercício diário da sua actividade os compromissos assumidos pelo Executivo, garantindo uma informação plural, independente, isenta e responsável prestando uma particular atenção a reportagem como género fundamental.

Esta afirmação é do Director Nacional de Comunicação Institucional do Ministério da Comunicação Social, Eduardo Magalhães, na abertura do Seminário Regional de Reportagem Jornalística, que decorre em Luanda de 17 a 19 do corrente mês, dirigido a profissionais do Bengo, Cabinda, Zaire e Luanda.

De acordo com o responsável, que falava em representação do ministro da Comunicação Social, João Melo, o propósito da reportagem é informar a respeito de um assunto, o que não significa que o mesmo esteja necessariamente relacionado aos temas do momento.

“Falo sobretudo de reportagens próprias de cada órgão sugerida a partir das redacções com um levantamento de dados, entrevistas com testemunhas e especialistas, e uma análise detalhada de factos que seguramente irão resultar numa boa história”, sustentou.

Eduardo Magalhães afirmou que a escolha da reportagem jornalística para esta formação reside fundamentalmente pela sua função social e relevância pela facilidade das acções descritivas, e por abordar assuntos de uma maneira global.

Apelou na ocasião a todos os participantes a encararem esta formação como uma oportunidade, pois o seu melhor aproveitamento pode abrir um salutar campo de trabalho para desenvolver com aguçada curiosidade jornalística.

Por sua vez, o director do Cefojor (Centro de Formação de Jornalistas), Joaquim Paulo, considerou a reportagem como um género importante nesta fase do desenvolvimento do país.

Sustentou a sua afirmação referindo que a reportagem é a melhor forma de contar histórias com detalhes informativos, permitindo contar uma história com um fio condutor que é um facto e todas as incidências positivas e negativas sobre o mesmo.

Realçou que o aprimoramento que se pretende neste género deve-se a que muitas reportagens que se vem fazendo até ao momento mais parecem notícias desenvolvidas, por serem pobres em termos de pauta e pesquisa.

“Uma reportagem tem de ter uma introdução, um desenvolvimento e uma conclusão editorial e este pressuposto só é possível quando se tem uma pauta , quando nós nos auto documentamos para o trabalho que vamos apresentar ao público”, salientou.

Os formandos vão trabalhar em três atelieres: Rádio, Imprensa e Televisão.

Estiveram presentes na sessão de abertura os administradores executivos para área de conteúdos dos órgãos de comunicação social públicos. (Angop)

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